Lista de Pragas

Ácaros


LIVRE DE ÁCAROS!

 

 

 

 

Você já viu algum ácaro?

Se viu, deve ter sido um carrapato. Sim! carrapatos são ácaros. E dos grandes!

É que os ácaros são muito pequenos. A maioria dos adultos mede menos que um centímetro (1 cm): entre 0,5 e 0,75 mm de comprimento.

Os carrapatos são os maiores, podendo chegar a 3cm. Ficam maiores quando ingerem sangue. E é aí que mora o perigo! Os carrapatos alimentam-se de sangue e podem causar morte aos humanos, por meio da transmissão da febre maculosa.

 

O que é ácaro?

Ácaros não são insetos. São aracnídeos, como aranhas e escorpiões.

Talvez você não saiba desta informação, mas na pele de qualquer rosto, bonito ou nem tanto, podem viver vários minúsculos aracnídeos. Porém, antes que você comece a estapear-se para matá-los, saiba também que a maioria desses bichinhos é inofensiva e convive com os humanos harmoniosamente há milhares de anos. Principalmente em travesseiros, colchões e sofás, alimentando-se de escamações da pele e de microorganismos dos cabelos.

Em nossos poros, existe pelo menos duas espécies desses aracnídeos, que são ácaros microscópicos: o Demodex folliculorum e o Demodex brevis. Os ácaros do tipo Demodex vivem dentro da pele de mamíferos, incluindo os seres humanos.

Geralmente, esses ácaros têm coexistência benigna com os seus anfitriões. Mas se esse delicado equilíbrio for perturbado, ele pode causar condições como sarna nos cães e até doenças de pele nos humanos, como, por exemplo, rosácea e blefarite (inflamação das pálpebras), devido a uma “superpopulação” de Demodex.

O cravo de pele não é o aracnídeo, que tem tamanho microscópico. Mas o processo inflamatório, que é o cravo, pode ser piorado ou desencadeado pela presença do ácaro.

 

(Copiar dois quadros com foto e desenhos dos ácaros em https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81caro)

 

“Pequeno Grande Vilão”

 

 

 

Alguns tipos de ácaros são pequenos somente no tamanho. Carrapatos, por exemplo, são grandes vilões que causam danos à saúde, podendo levar à morte.

 

Ácaro – animais pertencentes à subclasse Acari da classe Arachnida (os aracnídeos).

Origem da palavra: acari deriva do grego akares, ‘pequeno’.

Tamanho:

 

“A Grande Família”

Estes aracnídeos têm o maior número de famílias do reino animal: quase 1 milhão!São aproximadamente 5.500 gêneros e 1.200 subgêneros.

 

Pode matar?

Sim.

 

Doenças causadas:  alergias respiratórias, dermatites (infecções da pele), febre maculosa (transmitida pelo carrapato estrela, que é uma espécie de ácaro).

 

O que é febre maculosa?

Sintomas: Quando a bactéria cai na circulação causa vasculite, isto é, lesa a camada interna dos vasos (endotélio). Os primeiros sintomas aparecem de dois a quatorze dias depois da picada. Na imensa maioria dos casos, sete dias depois.

A doença começa abruptamente com um conjunto de sintomas semelhantes aos de outras infecções: febre alta, dor no corpo, dor da cabeça, inapetência, desânimo. Depois, aparecem pequenas manchas avermelhadas, as máculas, que crescem e tornam-se salientes, constituindo as maculopápulas.

Essas lesões podem apresentar o componente petequial (petéquia é uma pintinha hemorrágica parecida com uma picada de pulga) e, às vezes, ocorrem pequenas hemorragias subcutâneas no local das maculopápulas petequiais.

 

A erupção cutânea é generalizada e manifesta-se também na palma das mãos e na planta dos pés, o que em geral não acontece nas outras doenças exantemáticas (sarampo, rubéola, dengue hemorrágico, por exemplo).

Atraso no diagnóstico e, consequentemente, no início do tratamento pode provocar complicações graves, como o comprometimento do sistema nervoso central, dos rins e pulmões, das lesões vasculares e levar ao óbito.

https://drauziovarella.com.br/doencas-e-sintomas/febre-maculosa-2/

 

Como o ácaro se alimenta?

Em nossas casas, os ácaros alimentam-se de partículas resultantes da descamação de pele humana e de animais. Por dia, o homem perde cerca de 1g destes pedaços de pele. Os ácaros abundam nos colchões, mantas de , almofadas de penas, tapetes, alcatifas, sofás e bonecos de pelúcia, desenvolvendo-se em condições ótimas de umidade superior à média de 70% a 80% e de temperatura superior a 20 °C. Em altitudes superiores a 1200 metros, os ácaros deixam de ter boas condições de vida. Por este motivo, a estadia em regiões montanhosas pode conduzir ao alívio de certas alergias.

Entre os ácaros parasitas do homem, existem os que atingem os folículos pilosos e glândulas sebáceas, como Demodex folliculorum, que provoca a formação decravos[2] , e parasitas cutâneos, como Sarcoptes scabiei, o causador da sarna humana (escabiose). Este forma túneis na epiderme e libera secreções que provocam forte irritação. A deposição contínua de ovos nos túneis garante a perpetuação da infestação. O contato com áreas infestadas da pele pode transmitir o ácaro para outro hospedeiro.

 

Os ácaros apresentam uma alimentação muito diferenciada entre os grupos, podendo ser parasitas de vertebrados, invertebrados ou plantas. Além disso, alguns grupos são predadores de fungos e bactérias. O tipo de alimentação depende da forma e função das quelíceras e do trato digestivo. Dessa forma as principais estratégias alimentares são o parasitismo, fitofagia, micofagia e saprofagia.

No caso dos predadores, as presas mais frequentes são nematódeos e pequenos artrópodes (mesmo outros ácaros e até crustáceos pequenos, quando em ambiente aquático). Os parasitas, em geral, são ectoparasitas.[1]

 

Você sabia que pode ficar livre de ácaro?

 

Benefícios para o ser humano?

Apesar das alergias e parasitismos, muitas espécies são benéficas para o homem por predarem outros invertebrados, considerados pestes para a agricultura e plantações ornamentais, além de predarem plantas daninhas. São importantes, também, para a reciclagem de nutrientes no ecossistema, quebrando-os em tamanhos menores para que possam ser utilizados por outros decompositores.

 

Prejuízos para o ser humano?

Doenças, como alergias respiratórias, e febre maculosa, que leva à morte.        Muitas espécies alimentam-se de farinha, frutos secos e plantas, causando grandes danos. Outros, por serem parasitas, atacam o gado e chegam a prejudicar a pecuária. Por estarem presentes em grande número e por haver uma diversidade tão grande de espécies, foi criada uma ciência apenas para o estudo destes animais, a acarologia.

 

De onde vem o ácaro?

 

Como o ácaro se multiplica?

 

Onde mora o ácaro?

 

Qual tipo de doença o ácaro transmite?

 

Posso evitar ácaro?

Arejando diariamente os quartos;

Exposição ao ar e ao sol colchões, edredons e almofadas;

Lavando frequentemente a 60 °C colchões, edredons e almofadas;

Aspirando regular e frequentemente colchões e tapetes com aspiradores munidos de filtros HEPA;

Tratando colchões e tapetes com acaricidas;

Utilizando capas/coberturas antiácaros nos colchões, travesseiros, edredons e almofadas;

Usando xampu anti-pulgas e tosa em animais domésticos;

Removendo carpetes;

Lavando semanalmente bonecos de pelúcia;

Mantendo atmosfera seca no interior das casas (umidade relativa do ar entre 50% e 60 %, e temperatura entre 18ºC e 20 °C);

Controlando dasmedidas de evicção com o Acarext test (R), o qual estima o número de ácaros existentes;

 

Você sabia que?

 

Ácaro ambientalmente correto?

Ácaro serve para alguma coisa?

Alguém come ácaro?

Você acredita que este bicho é?

 

Ácaro nas artes (cinema, literatura, teatro, teledramaturgia,…)

Vida de Inseto, Bug’s Life

Aranhas


LIVRE DE ARANHAS!

 

 

 

 

Não somos inimigos das aranhas!

Somos inimigos das doenças que elas transmitem! E não queremos a dor e a morte que podem causar!

Variam de 0,1cm a 28cm

 

Araneae (grego: arachne; “aranha”) é uma ordem de artrópodes da classe Arachnida que inclui as espécies conhecidas pelos nomes comuns de aranhas ou aracnídeos. Tem distribuição natural em todos os continentes (com excepção da Antártida) e ocorrência em praticamente todos os tipos de ambientes terrestres.

 

“Acompanhe meu passo!” “Pernas Pra Quem Te Quer!”

Apresentam oito pernas e a maioria também tem quelíceras (tipo de “garra bucal” ou “pinça”)que injetam veneno. As aranhas se diferenciam anatomicamente dos outros artrópodes por um plano corporal (tagmose) caracterizado por dois tagmas (divisões do corpo do inseto): ocefalotórax e o abdômem, unidos por uma estrutura pequena e cilíndrica, chamada de opedicelo.

 

Já foi ao Neurologista?

Ao contrário dos insetos, as aranhas não apresentam antenas e possuem um sistema nervoso bem desenvolvido e centralizado, o mais centralizado dentre os artrópodes.

 

Estilistas de moda ou arquitetas?

Produzem teias com grande variedade de formatos e de tamanhos, utilizando seda – uma estrutura de base protêica que combina leveza, força e grande elasticidade. Alguns  tipos de seda fabricadas pelas aranhas são superiores aos melhores materiais sintéticos fabricados pelos homens. É de causar inveja nas indústrias têxteis e de construção civil.

 

Fartura no Halloween

Há duas subordens: Opisthothelae, a mais diversa e abundante, que agrupa taxa Mygalomorphae (caranguejeiras) e Araneomorphae (aranhas modernas); e Mesothelae, que inclui apenas a família Liphistiidae, constituída por aranhas asiáticas raramente avistadas. Existem cerca de quarenta mil (40.000) espécies de aranhas, divididas em mais de 100 famílias. Isto faz das aranhas a segunda maior ordem dos aracnídeos, apenas ultrapassada em diversidade pela ordem Acari (os ácaros).

 

A Maior do Mundo (1/4 de metro)

A espécie de aranha mais corpulenta é a Theraphosa blondi (Latreille, 1804), que chega

(fotogtafia https://pt.wikipedia.org/wiki/Theraphosa_blondi)

(http://www.guinnessworldrecords.com/world-records/largest-spider)

 

a medir até 28 cm de envergadura. Está no Guiness Book of Records.

 

A aranha-golias-comedora-de-pássaros, também conhecida como aranha-golias ou tarântula-golias, é uma espécie de tarântula (ou caranguejeira) da família Theraphosidae. É considerada o maior aracnídeo do mundo, em massa corporal. Apenas no quesito envergadura, considera-se normalmente a espécie Heteropoda maxima como mais comprida que a aranha-golias.

Endêmica do norte da Amazônia brasileira, é também encontrada na Guiana, no Suriname e na Venezuela. Chamada de “comedora de pássaros”, é capaz de abater e devorar um pássaro, além de pequenos roedores, répteis e anfíbios. Apesar disto, a Theraphosa blondi raramente ataca vertebrados adultos.

No século XVII, a naturalista alemã Maria Sibylla Merian produziu uma gravura feita com cobre, onde estavam ilustradas aranhas e formigas. Entre os aracnídeos, estava uma aranha semelhante à Theraphosa blondi, predando um beija-flor.

 

“Gigante Bíblico”

Golias, segundo a Bíblia, teria sido um guerreiro de Gate que media 2,90 metros. Teria participado do episódio da batalha entre os Filisteus e o povo de Israel, tendo sido, na ocasião, defrontado e morto por Davi.

 

A aranha-golias é uma espécie bastante conhecida por criadores de aranhas, devido ao seu tamanho avantajado (que pode chegar a 28 cm ou mais). A manipulação só é recomendada por pessoas com experiência, por causa do comportamento agressivo deste “gigante”.

 

 

 

“Campeã de Dardos”

A aranha-golias tem pêlos abdominais extremamente urticantes (provocam coceira e alergia) e, como outras caranguejeiras, é capaz de lançá-los em direção aos seus adversários, provocando irritação nas vias respiratórias da vítima.

 

“Entre Dor e Estátua”

A picada não mata os seres humanos, mas é capaz de provocar náuseas, transpiração excessiva e bastante dor local, uma vez que suas quelíceras (“garras bucais”, “pinças bucais”) podem chegar a 3 cm de comprimento, capazes de perfurar a pele humana com muita facilidade. Por outro lado, a ação do veneno quando injetado em suas presas é mortal, pois atinge o sistema nervoso central, provocando paralisia.

 

“Cuidado com o Chiado”

Como diversos animais semelhantes, geralmente só atacam os seres humanos quando se sentem ameaçados, e nesta situação, como sinal de alerta, emitem um tipo de chiado, graças a órgãos estriduladores que possuem em seu abdômen, característica essa que a maioria das outras espécies de aranhas não possui. Embora essa aranha seja venenosa, na maioria dos casos de ataques a humanos sua picada não resulta em envenenamento, o que costuma ser chamado de “mordida seca”.

 

A Menor do Mundo

A menor é a Patu digua (Forster & Platnick, 1977), nativa da Colômbia, que tem o tamanho da cabeça de um alfinete.

 

“Da Mitologia Grega para Hollywood”

As aranhas são referência frequente na arte e mitologia, simbolizando paciência, crueldade e criatividade.

 

“Prefere um Celular ou um ‘Azulzinho’”?

A seda e os compostos químicos presentes no veneno das aranhas são considerados como potenciais fontes de matéria prima para aplicações nanotecnológicas e outros usos no campo da engenharia dos materiais e para a preparação de medicamentos ebiopesticidas. Apesar da elevada prevalência da aracnofobia, apenas a picada de cerca de 30 espécies das mais de 40 000 existentes é considerada perigosa para os humanos.

 

Aranha armadeira ou aranha-de-banana (Phoneutria)

 

Vingança do Brasil contra a Austyrália que venceu nossa seleção feminina de futebol na dsiputa de pênaltes nas Olimpíadas do Rio de Janeiro em 2016. por … a …

 

Brasil ou Austrália?

Se você pensava que as piores aranhas do mundo estavam na Austrália, está muito enganado. Nossa armadeira está listada no livro dos recordes como a mais perigosa do planeta. Diferente das demais, ela não tece uma teia bonitinha para apanhar comida. Na verdade, ela vai atrás da presa e ganha o alimento no braço – e é tão corajosa que não perdoa nem mesmo os humanos.

Com apenas 6 microgramas da neurotoxina do aracnídeo é possível matar um rato. Além disso, elas são perigosas por se alojarem em locais escondidos dentro de casas, roupas, sapatos e carros. Todavia, elas são mais comuns na Amazônia e em cidades superpopulosas do Brasil. Um fato curioso é que, além de causar dores intensas, o veneno da aranha-de-banana causa priapismo – um tipo de ereção intensa e desconfortável que pode durar horas e causar impotência.

 

Aranha Capixaba da Banana

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/fauna/noticia/2017/01/aranha-armadeira-viaja-o-mundo-por-meio-da-exportacao-de-bananas.html

 

Aranha-armadeira viaja o mundo por meio da exportação de bananas

Considerada uma das espécies mais perigosas do mundo a aranha-armadeira não constrói teias.

 

Aparece em residências, quintais e jardins, sobretudo em lugares escuros, buracos na terra  (Foto: Arquivo TG)


A aranha-armadeira (Phoneutria nigriventer) pertence à família Ctenidae e é considerada uma das espécies mais perigosas do mundo. Recebeu esse nome por causa da maneira de atacar. Também chamada de aranha-da-banana, costuma ser agressiva e bem valente.

Quando se sente ameaçada, a aranha-armadeira abre os ferrões e eriça os espinhos como forma de defesa. O veneno age mais rápido que o da maioria das serpentes e causa dor local, febre, transpiração e faz a pulsação acelerar. Em casos mais graves, deve-se fazer a soroterapia.

O período de gestação ocorre entre março e abril e, por isso, a espécie fica mais ativa nesse período. A fêmea coloca mais de 700 ovos, que eclodem entre 20 e 25 dias. O corpo chega a 5 centímetros e as pernas podem chegar a 17 centímetros na fase adulta. Visualmente é cinza, coberta por pelos curtos, aderentes, marrons-acinzentados. O ventre da fêmea é preto e do macho, laranja ou amarelo em um tom mais claro.

Tem hábitos noturnos e, ao contrário da maioria das aranhas, não constrói teia.

Ocorre ao longo de toda América do Sul. Através da exportação da banana, a espécie viaja para outros continentes. A maioria dos acidentes com a aranha-armadeira ocorre dentro de casa, onde ela procura pequenos insetos e lagartixas para se alimentar. Normalmente aparece dentro de sapatos, atrás de cortinas e no meio de roupas.

 

Os Pequerruchos – A Dona Aranha [DVD na Fazenda]

https://www.youtube.com/watch?v=ympSHz7f5PM

 

Sítio do Picapau Amarelo:

Aranha e Frankstein

 

Reinação de Lobato – Sítio do picapau amarelo

tema da narizinho

https://www.youtube.com/watch?v=kUF1oU9Q6Mg

 

https://www.youtube.com/watch?v=JRwfVI2T-Cg

 

Sítio do Picapau Amarelo (2005) – Emília Pede Para Dona Aranha Novas Roupas:

https://www.youtube.com/watch?v=zoik4b27zv4

 

Festeiras

Estão sempre presentes nas festas de Halloween

 

Aranha nas artes (cinema, literatura, teatro, teledramaturgia,…)

 

Vida de Inseto, Bug’s Life, Dona Aranha no Sítio do Picapau Amarelo da Tv Globo:

Sitio do Picapau Amarelo

 

Galinha Pintadinha: cantiga de roda

 

Clássico de Hollywood de 1957

Note que a aranha era uma tarântula, que não faz teia. Vive em buracos e fendas

Apesar do erro, o filem está listado entre os

 

The Incredible Shrinking Man (1957)

Passed | 1h 21min | Horror, Sci-Fi | April 1957 (USA)

 

When Scott Carey begins to shrink because of exposure to a combination of radiation and insecticide, medical science is powerless to help him.

 

O protagonista Scott Carey começa a encolher quando exposto a uma combinação de radiação com inseticida, ciência médica sem poder ajudá-lo.

Isto serve de alerta para alguns consumidores que priorizam o preço à qualidade e acabam pagando caro. O barato que sai caro.

 

Director: Jack Arnold

Writers: Richard Matheson (screenplay), Richard Matheson(novel)

Stars: Grant Williams, Randy Stuart, April Kent |See full cast & crew »

Reviews

126 user | 82 critic

 

http://www.imdb.com/title/tt0050539/

 

youtube o incível caso do homen que encolheu:

https://www.youtube.com/watch?v=YRzcFXyOHIw

 

https://www.youtube.com/watch?v=VnDfrveCADo

(trailer com final aparecendo a aranha)

 

trailer completo

muito atual, apesar de lançado em 1957 e de suas limitações tecnológicas. Alguns efeitos especiais não são verossímeis.

 

Você sabia que pode ficar livre de aranha?

Nós deixamos seu ambiente limpo e protegido contra estes insetos, considerados como os mais repugnantes e asquerosos.

“Não é Lady Gaga, mas  causa muitos gritos”

 

Curiosidades:

Talvez você ache que baratas são os seres mais nojentos do universo, nós entendemos. Mas existem alguns fatos bem curiosos a respeito dos pequenos insetos que podem fazer com que elas se tornem um pouco menos desprezíveis. Confere aí:

 

1 – “Não me Faça Perder a Cabeça!”

Uma barata pode viver sem a cabeça por semanas e só vai morrer por conta da fome. Naturalmente elas já aguentam muito tempo sem ingerir qualquer tipo de alimento ou água, e a respiração delas é feita através de “espiráculos” (orifícios, poros) ao longo do corpo, então a falta da cabeça não influencia tanto.

2 – “Boas de Prato”

Quando existe algum tipo de escolha, as baratas geralmente optam por comidas mais doces, mas, quando os tempos ficam mais difíceis, elas podem comer de tudo: cola, graxa, sabão, couro, cabelo e, claro, fezes – talvez seja por conta disso que as pessoas achem elas tão nojentas. Ah, só tem uma coisa que elas não gostam tanto: pepino, e ninguém sabe explicar por quê.

Mas elas só recorrem a esse tipo de comida quando realmente não têm absolutamente nada mesmo para comer, como um último recurso: antes de chegar nesse estágio elas podem passar semanas sem ingerir absolutamente nada. Por outro lado, essa característica faz delas também ótimas consumidoras de lixo orgânico.

3 – “The Flash”

As baratas podem chegar a uma velocidade de 3,2 km/h. Achou pouco? Pois saiba que, relacionando com o tamanho do seu corpo, isso é muito rápido: se elas tivessem o tamanho de um guepardo, seria o equivalente a se movimentar a mais de 80 km/h.

Além disso, por causa dos três pares de pernas e de um sistema extremamente sensível para detectar a mudança nas correntes de ar, uma barata tem um tempo de reação extremamente rápido, podendo chegar a 8,2 milissegundos. Além, é claro, de conseguir mudar a sua direção de forma brusca enquanto dão o “corridão”.

4 – “Velhiiiiinhas…”

Muito antes de o ser humano pensar em habitar esse planeta, as baratas já faziam suas presepadas por aqui. Os insetos já dividiram a Terra com os dinossauros e estima-se que as baratas como conhecemos já existam há mais ou menos 200 milhões de anos, enquanto seus predecessores já botavam as anteninhas para fora há 350 milhões de anos. Então, antes do ovo e da galinha, tínhamos baratas. Muitas baratas.

5 – “Essa Família é Muito Unida!”

Baratas são criaturas extremamente sociáveis e são capazes de reconhecer membros de suas próprias famílias, com diferentes gerações vivendo juntas. É tipo aquela bagunça de tio, tia, vó, pai e mãe na mesma casa.

Por isso, também, elas podem se sentir solitárias quando sozinhas e, se permanecerem dessa forma por muito tempo, podem até adoecer. Então pense bem, talvez aquela barata que apareceu na sua casa só queira um pouquinho de companhia!

6 – Hum… Que cheiro é esse?

Baratas soltam pum. Você pode nunca ter visto, mas segundo uma empresa britânica de controle de pragas, em relação ao peso corporal, as baratinhas soltam mais metano do que qualquer outra criatura na Grã-Bretanha.

A barata americana – a mais conhecida – chega a liberar 35 gramas de metano, mais de 43 vezes o seu peso corporal médio.

7 – Peste não!

Embora muitos considerem a barata de forma geral como peste, entre as quase 4 mil espécies que existem no mundo, somente 30 delas aproximadamente vivem em áreas urbanas, sendo que as mais comuns são as baratas americanas e as alemãs (também conhecidas como baratinhas).

E se você acha as baratas urbanas grandes, saiba que nos trópicos – e para a surpresa de ninguém, na Austrália –, algumas espécies que vivem em florestas podem chegar a 18 centímetros de envergadura ou 10 centímetros de comprimento. Melhor ficar com as comuns, né?

 

8 – “Bem-vindo a Barataville”

 

Um estudo conduzido em Nova York identificou que as baratas têm seus próprios “bairros”: os tipos genéticos delas variavam de acordo com a região e se agrupavam por tipos similares.

9 – “Nem um Toque e Eu Querendo…”

A barata é um inseto tigmotrópico, ou seja, gosta de sentir algo sólido em contato com o corpo dela, de preferência em todos os lados. Isso explica o motivo de elas sempre se enfiarem em frestas e buracos justos, mas bem justos mesmo! Quase que exatamente do seu tamanho.

10 – “Só mesmo Kim Jong-un!”

 

É verdade que elas são bem mais resistentes à radiação do que outros seres que não são insetos, tipo a gente. Elas chegam a aguentar algo em torno de 20 mil rads (unidade de radiação), mas a bomba atômica de Hiroshima, por exemplo, chegou a emitir algo em torno de 34 mil rads. Então, apesar de estarem no planeta há bastante tempo, caso acontecesse um desastre nuclear, dificilmente seriam as baratas que ficariam por aqui.

 

Benefícios para o ser humano?

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem a barata?

 

Como a barata se multiplica?

 

Onde mora a barata?

 

Qual tipo de doença a barata transmite?

 

Posso evitar barata?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Barata ambientalmente correta?

Barata serve para alguma coisa?

Alguém come barata?

O uso de insetos na alimentação humana é uma realidade em muitos países. Existe até uma recomendação da FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, para o consumo de insetos por se tratar de uma rica fonte de proteínas.

Esse tipo de consumo não está regulamentado no Brasil, mas já existem pesquisas sobre o assunto. Um dos trabalhos está sendo desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

O professor, biólogo e agrônomo Ramon de Minas coordena no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, em Coxim, uma pesquisa para explorar o potencial dos insetos na alimentação humana. A intimidade com os bichos começou quando o professor trabalhava no controle de pragas nas lavouras.

“O interesse por alimentação surgiu depois que eu comecei a ler os trabalhos e principalmente depois da resolução da ONU e da FAO que indica que deve ser incorporado na alimentação humana devido a demanda que vamos ter nos próximos anos”, diz Minas.

Os insetos são ricos, principalmente, em proteínas. Por exemplo: a cada 100 gramas de barata da espécie cinéria, 60 gramas são de proteína. Em 100 gramas de grilo há 48 de proteína. Já no caso de 100 gamas de boi ou frango, há 20 gramas de proteína. E no porco são 18 gramas de proteína. Mas os insetos precisam passar por um rígido controle de criação para servir de alimento.

Entre os animais pesquisados está o tenébrio. Conhecido como besouro da farinha, ele é considerado uma praga nos armazéns de grãos. No laboratório, o tenébrio é usado na fase de larva, que, segundo o professor, tem um sabor mais suave do que o besouro adulto. Os tenébrios são criados no meio da ração, à base de trigo, milho, vitaminas e minerais.

Já as baratas são criadas em caixas de ovos sobrepostas e amarradas com barbante. A estrutura fica dentro de uma vasilha onde tem comida e água à disposição. O professor trabalha com três espécies de baratas caseiras, que as pessoas estão acostumadas a ver. Pelo menos duas vezes por semana, as caixas onde elas são criadas passam por uma limpeza. No mesmo sistema de produção das baratas estão os grilos.

No Brasil, o uso de insetos na alimentação humana ainda não é regulamentado pelo Ministério da Agricultura. Por isso, não há produção comercial. Hoje, um quilo de barata pode custar até R$ 350,00.

Os insetos viram alimento de fato na cozinha experimental. Os insetos ficam 48 horas só com água e sem comida, para que todos os excrementos sejam eliminados. Depois desse processo, os bichos são abatidos. A morte é feita por congelamento. Os insetos já mortos são fervidos e desidratados em estufa. Amostras dos insetos desidratados são trituradas e viram uma farinha, que é analisada no laboratório de química. O critério são as normas de qualidade exigidas nos alimentos em geral. Só depois de aprovados no laboratório os insetos podem ser usados na alimentação.

Em muitos países é comum comer insetos. A FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, estima que dois bilhões de pessoas no mundo consomem algum tipo desses animais. Na Ásia, nos Estados Unidos, os insetos estão no cardápio ou misturados a outros alimentos.

Em algumas partes do Brasil é comum comer bundinha da formiga tanajura, a saúva ou um tipo de cupim. Ingredientes que hoje já são utilizados em receitas de grandes chefes.

Os pesquisadores usam muita criatividade no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul. Os alunos do curso de tecnologia em alimentos preparam uma série de pratos com insetos. No cardápio há pizza, hambúrguer, patê e bolo.

“No bolo nós utilizamos uma massa tradicional de bolo. A única diferença é que nós vamos enriquecer com a farinha dos insetos, com tenébrio, barata de Madagáscar e grilo triturados”, diz a aluna.

No patê, os insetos também vão em forma de farinha, mas no hambúrguer e na pizza são usados inteiros. Os alunos vão se familiarizando aos poucos com a ideia.

A degustação faz parte das palestras do professor para a comunidade. A plateia tem a chance de experimentar alguns insetos no auditório. No final, é servido o banquete de insetos.

 

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2017/04/pesquisadores-desenvolvem-insetos-para-o-uso-na-alimentacao-humana.html

 

Você acredita que este bicho é?

útil para a ciência, pode salvar vidas:

Você já se perguntou por que as baratas muitas vezes não morrem mesmo quando tentamos esmagá-las? O vídeo acima responde essa pergunta e mostra como estudar esses bichinhos nojentos pode ser importantíssimo para o futuro da humanidade. O áudio está em inglês, mas é facilmente compreensível pelas imagens.

Basicamente: as baratas podem comprimir seu corpo em até 60% e mesmo assim não perder a agilidade. Os cientistas as colocaram em tubos que iam se estreitando cada vez mais para ver como elas passariam por essas situações de aperto. Em lugares extremamente pequenos, por exemplo, a barata primeiro analisa a passagem com as antenas e depois vai se espremendo.

Essa qualidade é “culpa” de seu exoesqueleto, que permite que elas suportem 300 vezes o peso do seu próprio corpo em pequenas fendas e até 900 vezes em outras situações! Por isso que tentar matá-las esmagadas nem sempre é a melhor alternativa. Se você precisa se livrar delas, aqui temos algumas opções.

Entretanto, essa característica permitiu que os pesquisadores desenvolvessem robôs com uma capacidade parecida de resistência. Essas cyberbaratas poderiam entrar em ruínas de um prédio após um terremoto, por exemplo, e ajudar as equipes de socorro a encontrarem potenciais vítimas. Esperamos que isso se torne realidade o quanto antes!

900 vezes o peso do seu corpo sem se machucar, o que seria o ser humano

123000 pounds

protótipo de robô que diminui de tamanho e se ajusta para passar em fendas e descobrir e salvar vítimas de desatres naturais, como terremotos, ou desabamentos, quando ficam presos em escombros. Resgatar.

https://www.megacurioso.com.br/robos/96862-descubra-por-que-e-tao-dificil-esmagar-uma-barata.htm

Barata


 

LIVRE DE BARATAS!

 

Você sabia que pode ficar livre de barata?

Nós deixamos seu ambiente limpo e protegido contra estes insetos, considerados como os mais repugnantes e asquerosos.

 

 

“Não é Lady Gaga, mas causa muitos gritos”

Campeã de gritos e arrepios, Blattaria ou Blattodea é uma ordem de insetos cujos representantes são popularmente conhecidos como baratas. É um grupo cosmopolita, sendo que algumas espécies (menos de 1%) são consideradas como sinantrópicas (vivem próximas aos seres humanos). Entre os principais problemas que as baratas podem nos causar está a sua atuação como vetores mecânicos de diversos patógenos. Ou seja, transportam bactérias, fungos, protozoários, vermes e vírus. As baratas domésticas são responsáveis pela transmissão de várias doenças, através das patas e fezes pelos locais onde passam. Por isso, são consideradas perigosas para a saúde dos seres humanos.

 

 

Entre as espécies mais conhecidas estão a barata-americana, Periplaneta americana, que mede cerca de 30 milímetros de comprimento, a barata-alemã, Blattella germanica, com cerca de 15 milímetros de comprimento, a barata-asiática, Blattella asahinai, também com cerca de 15 milímetros de comprimento, e a barata-oriental, com cerca de 25 milímetros. As baratas tropicais são muitas vezes muito maiores, e os parentes extintos das baratas são as “roachoids”, como o Archimylacris Carbonífero e o Permiano Apthoroblattina que não eram tão grandes como as maiores espécies modernas.

 

 

Existentes há mais de 300 milhões de anos, as baratas já somam cerca de 5000 espécies no mundo. O corpo das baratas tem formato ovular e achatado. Seu tamanho pode variar de alguns milímetros até quase 10 centímetros. A cabeça é curta, subtriangular, apresentando olhos compostos grandes e geralmente dois ocelos (olhos simples). Em geral são de coloração parda, marrom ou negra, porém existem espécies coloridas. Nas zonas tropicais, predominam as de cor marrom avermelhada, além das cores verde e amarela.

 

 

 

 

Curiosidades:

Talvez você ache que baratas são os seres mais nojentos do universo, nós entendemos. Mas existem alguns fatos bem curiosos a respeito dos pequenos insetos que podem fazer com que elas se tornem um pouco menos desprezíveis. Confere aí:

1 – “Não me Faça Perder a Cabeça!”

Uma barata pode viver sem a cabeça por semanas e só vai morrer por conta da fome. Naturalmente elas já aguentam muito tempo sem ingerir qualquer tipo de alimento ou água, e a respiração delas é feita através de “espiráculos” (orifícios, poros) ao longo do corpo, então a falta da cabeça não influencia tanto.

2 – “Boas de Prato”

Quando existe algum tipo de escolha, as baratas geralmente optam por comidas mais doces, mas, quando os tempos ficam mais difíceis, elas podem comer de tudo: cola, graxa, sabão, couro, cabelo e, claro, fezes – talvez seja por conta disso que as pessoas achem elas tão nojentas. Ah, só tem uma coisa que elas não gostam tanto: pepino, e ninguém sabe explicar por quê.

Mas elas só recorrem a esse tipo de comida quando realmente não têm absolutamente nada mesmo para comer, como um último recurso: antes de chegar nesse estágio elas podem passar semanas sem ingerir absolutamente nada. Por outro lado, essa característica faz delas também ótimas consumidoras de lixo orgânico.

3 – “The Flash”

As baratas podem chegar a uma velocidade de 3,2 km/h. Achou pouco? Pois saiba que, relacionando com o tamanho do seu corpo, isso é muito rápido: se elas tivessem o tamanho de um guepardo, seria o equivalente a se movimentar a mais de 80 km/h.

Além disso, por causa dos três pares de pernas e de um sistema extremamente sensível para detectar a mudança nas correntes de ar, uma barata tem um tempo de reação extremamente rápido, podendo chegar a 8,2 milissegundos. Além, é claro, de conseguir mudar a sua direção de forma brusca enquanto dão o “corridão”.

4 – “Velhiiiiinhas…”

Muito antes de o ser humano pensar em habitar esse planeta, as baratas já faziam suas presepadas por aqui. Os insetos já dividiram a Terra com os dinossauros e estima-se que as baratas como conhecemos já existam há mais ou menos 200 milhões de anos, enquanto seus predecessores já botavam as anteninhas para fora há 350 milhões de anos. Então, antes do ovo e da galinha, tínhamos baratas. Muitas baratas.

5 – “Essa Família é Muito Unida!”

Baratas são criaturas extremamente sociáveis e são capazes de reconhecer membros de suas próprias famílias, com diferentes gerações vivendo juntas. É tipo aquela bagunça de tio, tia, vó, pai e mãe na mesma casa.

Por isso, também, elas podem se sentir solitárias quando sozinhas e, se permanecerem dessa forma por muito tempo, podem até adoecer. Então pense bem, talvez aquela barata que apareceu na sua casa só queira um pouquinho de companhia!

6 – Hum… Que cheiro é esse?

Baratas soltam pum. Você pode nunca ter visto, mas segundo uma empresa britânica de controle de pragas, em relação ao peso corporal, as baratinhas soltam mais metano do que qualquer outra criatura na Grã-Bretanha.

A barata americana – a mais conhecida – chega a liberar 35 gramas de metano, mais de 43 vezes o seu peso corporal médio.

7 – Peste não!

Embora muitos considerem a barata de forma geral como peste, entre as quase 4 mil espécies que existem no mundo, somente 30 delas aproximadamente vivem em áreas urbanas, sendo que as mais comuns são as baratas americanas e as alemãs (também conhecidas como baratinhas).

E se você acha as baratas urbanas grandes, saiba que nos trópicos – e para a surpresa de ninguém, na Austrália –, algumas espécies que vivem em florestas podem chegar a 18 centímetros de envergadura ou 10 centímetros de comprimento. Melhor ficar com as comuns, né?

 

8 – “Bem-vindo a Barataville”

 

Um estudo conduzido em Nova York identificou que as baratas têm seus próprios “bairros”: os tipos genéticos delas variavam de acordo com a região e se agrupavam por tipos similares.

9 – “Nem um Toque e Eu Querendo…”

A barata é um inseto tigmotrópico, ou seja, gosta de sentir algo sólido em contato com o corpo dela, de preferência em todos os lados. Isso explica o motivo de elas sempre se enfiarem em frestas e buracos justos, mas bem justos mesmo! Quase que exatamente do seu tamanho.

10 – “Só mesmo Kim Jong-un!”

 

É verdade que elas são bem mais resistentes à radiação do que outros seres que não são insetos, tipo a gente. Elas chegam a aguentar algo em torno de 20 mil rads (unidade de radiação), mas a bomba atômica de Hiroshima, por exemplo, chegou a emitir algo em torno de 34 mil rads. Então, apesar de estarem no planeta há bastante tempo, caso acontecesse um desastre nuclear, dificilmente seriam as baratas que ficariam por aqui.

 

 

Benefícios para o ser humano?

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem a barata?

 

Como a barata se multiplica?

 

Onde mora a barata?

 

Qual tipo de doença a barata transmite?

 

Posso evitar barata?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Barata ambientalmente correta?

Barata serve para alguma coisa?

Alguém come barata?

O uso de insetos na alimentação humana é uma realidade em muitos países. Existe até uma recomendação da FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, para o consumo de insetos por se tratar de uma rica fonte de proteínas.

Esse tipo de consumo não está regulamentado no Brasil, mas já existem pesquisas sobre o assunto. Um dos trabalhos está sendo desenvolvido em Mato Grosso do Sul.

O professor, biólogo e agrônomo Ramon de Minas coordena no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, em Coxim, uma pesquisa para explorar o potencial dos insetos na alimentação humana. A intimidade com os bichos começou quando o professor trabalhava no controle de pragas nas lavouras.

“O interesse por alimentação surgiu depois que eu comecei a ler os trabalhos e principalmente depois da resolução da ONU e da FAO que indica que deve ser incorporado na alimentação humana devido a demanda que vamos ter nos próximos anos”, diz Minas.

Os insetos são ricos, principalmente, em proteínas. Por exemplo: a cada 100 gramas de barata da espécie cinéria, 60 gramas são de proteína. Em 100 gramas de grilo há 48 de proteína. Já no caso de 100 gamas de boi ou frango, há 20 gramas de proteína. E no porco são 18 gramas de proteína. Mas os insetos precisam passar por um rígido controle de criação para servir de alimento.

Entre os animais pesquisados está o tenébrio. Conhecido como besouro da farinha, ele é considerado uma praga nos armazéns de grãos. No laboratório, o tenébrio é usado na fase de larva, que, segundo o professor, tem um sabor mais suave do que o besouro adulto. Os tenébrios são criados no meio da ração, à base de trigo, milho, vitaminas e minerais.

Já as baratas são criadas em caixas de ovos sobrepostas e amarradas com barbante. A estrutura fica dentro de uma vasilha onde tem comida e água à disposição. O professor trabalha com três espécies de baratas caseiras, que as pessoas estão acostumadas a ver. Pelo menos duas vezes por semana, as caixas onde elas são criadas passam por uma limpeza. No mesmo sistema de produção das baratas estão os grilos.

No Brasil, o uso de insetos na alimentação humana ainda não é regulamentado pelo Ministério da Agricultura. Por isso, não há produção comercial. Hoje, um quilo de barata pode custar até R$ 350,00.

Os insetos viram alimento de fato na cozinha experimental. Os insetos ficam 48 horas só com água e sem comida, para que todos os excrementos sejam eliminados. Depois desse processo, os bichos são abatidos. A morte é feita por congelamento. Os insetos já mortos são fervidos e desidratados em estufa. Amostras dos insetos desidratados são trituradas e viram uma farinha, que é analisada no laboratório de química. O critério são as normas de qualidade exigidas nos alimentos em geral. Só depois de aprovados no laboratório os insetos podem ser usados na alimentação.

Em muitos países é comum comer insetos. A FAO, Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, estima que dois bilhões de pessoas no mundo consomem algum tipo desses animais. Na Ásia, nos Estados Unidos, os insetos estão no cardápio ou misturados a outros alimentos.

Em algumas partes do Brasil é comum comer bundinha da formiga tanajura, a saúva ou um tipo de cupim. Ingredientes que hoje já são utilizados em receitas de grandes chefes.

Os pesquisadores usam muita criatividade no Instituto Federal de Mato Grosso do Sul. Os alunos do curso de tecnologia em alimentos preparam uma série de pratos com insetos. No cardápio há pizza, hambúrguer, patê e bolo.

“No bolo nós utilizamos uma massa tradicional de bolo. A única diferença é que nós vamos enriquecer com a farinha dos insetos, com tenébrio, barata de Madagáscar e grilo triturados”, diz a aluna.

No patê, os insetos também vão em forma de farinha, mas no hambúrguer e na pizza são usados inteiros. Os alunos vão se familiarizando aos poucos com a ideia.

A degustação faz parte das palestras do professor para a comunidade. A plateia tem a chance de experimentar alguns insetos no auditório. No final, é servido o banquete de insetos.

 

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/globo-rural/noticia/2017/04/pesquisadores-desenvolvem-insetos-para-o-uso-na-alimentacao-humana.html

 

 

 

Você acredita que este bicho é?

útil para a ciência, pode salvar vidas:

Você já se perguntou por que as baratas muitas vezes não morrem mesmo quando tentamos esmagá-las? O vídeo acima responde essa pergunta e mostra como estudar esses bichinhos nojentos pode ser importantíssimo para o futuro da humanidade. O áudio está em inglês, mas é facilmente compreensível pelas imagens.

Basicamente: as baratas podem comprimir seu corpo em até 60% e mesmo assim não perder a agilidade. Os cientistas as colocaram em tubos que iam se estreitando cada vez mais para ver como elas passariam por essas situações de aperto. Em lugares extremamente pequenos, por exemplo, a barata primeiro analisa a passagem com as antenas e depois vai se espremendo.

Essa qualidade é “culpa” de seu exoesqueleto, que permite que elas suportem 300 vezes o peso do seu próprio corpo em pequenas fendas e até 900 vezes em outras situações! Por isso que tentar matá-las esmagadas nem sempre é a melhor alternativa. Se você precisa se livrar delas, aqui temos algumas opções.

Entretanto, essa característica permitiu que os pesquisadores desenvolvessem robôs com uma capacidade parecida de resistência. Essas cyberbaratas poderiam entrar em ruínas de um prédio após um terremoto, por exemplo, e ajudar as equipes de socorro a encontrarem potenciais vítimas. Esperamos que isso se torne realidade o quanto antes!

900 vezes o peso do seu corpo sem se machucar, o que seria o ser humano

123000 pounds

protótipo de robô que diminui de tamanho e se ajusta para passar em fendas e descobrir e salvar vítimas de desatres naturais, como terremotos, ou desabamentos, quando ficam presos em escombros. Resgatar.

https://www.megacurioso.com.br/robos/96862-descubra-por-que-e-tao-dificil-esmagar-uma-barata.htm

 

Barata nas artes (cinema, literatura, teatro, teledramaturgia,…)

Vida de Inseto, Bug’s Life, Dona Baratinha, Histórias da Dona Carochinha, Zezé Macedo no Sítio do Picapau Amarelo:

Sitio do Picapau Amarelo

https://www.youtube.com/watch?v=ZcHpJUPvHK0

 

https://www.youtube.com/watch?v=HeYmu-HbpEY

 

https://www.youtube.com/watch?v=FvQOSRwP7mo

 

Galinha Pintadinha: cantiga de roda

https://www.youtube.com/watch?v=l7VsurR48Ew

 

 

“A Barata diz que tinha uma casa de vidraça…”

“Pisa na barata, mata essa barata… essa barata é um barato”

“Joe’s Apartment” https://www.youtube.com/watch?v=Iw_zUUE4BE0

de 1996. Não é apropriado para todos os “estômagos”.

O azarado Joe se muda para um novo apartamento em Nova York, infestado por milhares de baratas surreais que cantam e dançam. Ao se tornarem amigos, os insetos acabam mudando a sorte de Joe e o ajudam a conquistar uma linda moça.

 

Data de lançamento: 26 de julho de 1996 (EUA)

Direção: John Payson

Besouro


Livre de Besouro!

 

 

 

 Adulto macho de Bicho-bolo, Coró ou Besouro Rinoceronte, entre outros nomes comuns que recebe esta praga. As características são de Diloboderus abderus Sturm (Coleoptera: Melolonthidae), praga rizófaga (alimenta-se de raízes) de várias culturas (milho, trigo, pastagens…).

 

 

 

 

 

 

 

 


Transmissão de doenças

A principal característica são os “chifres” presentes nos machos, tanto na cabeça quanto no tórax. As fêmeas não possuem chifres.

 

 

O controle biológico do coró pode ser feito através do uso dos fungos entomopatogênicos Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae ou insetos parasitóides da ordem Diptera.

As imagens são de um mesmo adulto, coletado no Bairro Teresópolis, Porto Alegre, RS, medindo 35 mm.

Borboleta


Livre de Borboleta!

 

 

 

 As borboletas são animais extremamente fascinantes. Com suas asas de diversas cores e tamanhos, por todo o mundo esses insetos são estudados e apreciados.

Como você já deve saber, a vida de uma borboleta se divide em quatro fases: quando ainda é apenas um ovo, depois vira uma lagarta, pupa e finalmente uma borboleta adulta. Sendo que, apenas durante duas dessas fases é que elas necessitam de alimentos, na fase larval e na fase adulta.

 

 

 

 

 

 

Enquanto ainda são apenas lagartas, a alimentação é baseada principalmente em folhas de plantas hospedeiras. É a partir da ingestão de folhas que as lagartas conseguem obter os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento até se tornarem borboletas adultas.

 

Curiosamente, as lagartas possuem poderosas mandíbulas que lhes permitem mastigar as folhas antes de ingeri-las. Já na fase adulta a alimentação das borboletas é feita por meio da ingestão de líquidos. A partir da tromba, um estreito e longo tubo localizado em sua boca, as borboletas conseguem sugar seu alimento, como, por exemplo, o néctar das plantas.

 

 

O néctar é o principal alimento das borboletas devido a sua composição básica de açúcar e água, além de diversos nutrientes como proteínas, aminoácidos e vitaminas. Todavia não é somente de néctar que as borboletas se alimentam. Algumas espécies, devido à escassez de alimentos, desenvolveram hábitos alimentares distintos. Assim sendo, essas espécies também se alimentam de esterco de animais, de lama, de água e da seiva de algumas árvores.

Caramujo


Livre de Caramujo!

 

 

 

O que é o caramujo?

O biólogo Robert Cowie, da Universidade do Havaí, conta que os primeiros exemplares do caramujo-gigante-africano (Lissachatina fulica) chegaram ao país na década de 1930 por meio dos imigrantes japoneses que queriam criar esses animais como bichos de estimação. Desde então, esse molusco acabou assumindo o controle ecológico e ganhando espaço na agricultura entre as espécies nativas da região.

Já na década de 1960, os caramujos-gigantes-africanos foram levados para os Estados Unidos de uma maneira quase inacreditável: de acordo com o site Wired, um menino que passava as férias no Havaí com a família acabou guardando consigo alguns exemplares do animal.

Nessa época, os caramujos já estavam sendo combatidos no Havaí e mal sabiam os americanos que eles logo se tornariam uma ameaça por lá também. De volta para casa, o menino logo se cansou dos moluscos e os entregou para sua avó, que acabou por soltar os caramujos no jardim. Como essa espécie se reproduz com muita facilidade, não é difícil imaginar a dimensão da situação que o menino inocentemente criou.

Fonte da imagem: Shutterstock

 

Campeões de reprodução

Além de serem hermafroditas, os moluscos africanos são, digamos, bons amantes. Assim fica fácil entender como a espécie conseguiu se espalhar pelo mundo inteiro. O biólogo explica que esses animais possuem os dois sexos e se adaptam de acordo com a situação. Em alguns casos, eles conseguem até mesmo cruzar reciprocamente.

Uma vez fertilizado, o caramujo enterra centenas de ovos a alguns centímetros da superfície do solo. Por causa do tamanho impressionante da espécie – que pode chegar a medir 30 centímetros e pesar quase meio quilo –, os pequenos moluscos nascem maiores do que as espécies nativas, o que representa uma vantagem contra os predadores.

Porém, enquanto o animal se multiplica rapidamente, o seu combate é muito mais demorado. A Flórida precisou de sete anos para erradicar os caramujos e em alguns países simplesmente não é possível controlar o número de animais.

Caramujo e religião:

Uma nova infestação

A má notícia é que em 2011 ocorreu uma nova infestação na Flórida. Desta vez, não foi nenhuma criança adorável quem carregou os animais de volta para o território americano, mas sim praticantes de religiões ligadas ao vodu. Dá pra acreditar?

Cowie explica que o muco do animal é utilizado em alguns rituais e ele suspeita que os praticantes tenham soltado os caramujos na região de Miami para que eles pudessem se reproduzir livremente. Embora o animal seja usado em rituais de cura, existem relatos de que as pessoas que ingerem o muco do molusco passam violentamente mal.

Independente de quem seja a culpa, a nova infestação preocupa as autoridades competentes. Para termos uma ideia da dimensão do problema, estima-se que os agricultores tenham recolhido 137 mil caramujos nos últimos dois anos. Em termos de comparação, apenas 17 mil animais tinham sido coletados na década de 1960.

O impacto ambiental

Hoje, os moradores de Miami são obrigados a conviver com essas criaturas que causam uma série de transtornos. Além de se alimentarem de 500 tipos de plantas economicamente relevantes na região, os moluscos gigantes estão começando a devorar as casas, preferencialmente aquelas cujo acabamento contém cálcio, que é a substância que eles mais precisam para manter seu crescimento e fortalecer suas conchas. Ou você pensou que era fácil manter o corpinho em dia quando se é um caramujo gigante?

 

Se isso já não fosse o bastante, esses animais também estão atrapalhando a vida dos motoristas, que precisam ter cuidado redobrado ao dirigir por áreas infestadas. Por causa de suas conchas grandes, fortes e pontiagudas, elas acabam furando os pneus dos veículos que passam por cima delas. Todos esses problemas estão fazendo com que o estado da Flórida desembolse milhões de dólares na tentativa de combater os animais.

Talvez você tenha imaginado que incluir esses animais na alimentação seria uma boa saída para diminuir o número de exemplares soltos na cidade. De fato, os caramujos-gigantes-africanos podem ser consumidos, mas eles precisam ser extremamente bem cozidos para eliminar o risco de doenças, já que essa espécie é hospedeira natural do parasita que causa meningite. Ainda existem casos de pessoas que ingerem o animal inadvertidamente, afinal, eles estão presentes em muitas plantas que também fazem parte da nossa alimentação.

Agora, o que realmente não deve ser feito é jogar sal em cima do molusco. A osmose faz com que o animal desidrate e morra de maneira cruel. Os moradores que encontrarem caramujos são orientados a utilizar venenos específicos ou reportar às autoridades competentes.

 

O pequeno Paul Franklin, de apenas quatro anos, machucou-se durante um período que passou na praia, em julho, quando caiu na areia e ralou seus joelhos. O pai do garoto, Ken Franklin, disse que eles cobriram a ferida com um curativo e deixaram assim até perceberem que, algumas semanas depois, o machucado de um dos joelhos teimava em não sarar.

 

Segundo a mãe do menino, ele tinha febre a sua ferida estava ficando mais feia e inchada. Isso fez com que ela levasse Paul ao médico, que receitou alguns remédios ao garoto. Os medicamentos ajudaram a diminuir a febre, mas a ferida continuava sem aparentar melhoras.

 

Uma semana após a consulta, a mãe reparou que a ferida estava ficando escura, com uma ponta preta e dura. Ela decidiu drenar o machucado e foi então que um caracol do mar saiu do joelho do menino. O bichinho estava vivo e se mexendo, e Paul, agora, está com seu joelho bem melhor. Você já tinha ouvido falar de uma história como essas? Conte para a gente, nos comentários.

 

  1. Caracol de cone-de-mármore (Conus marmoreus)

 

Essa é uma espécie especial da família conus, encontrada principalmente no oceano Índico. Com apenas uma gotinha do veneno que a criatura injeta, é possível matar 20 adultos. Porém, ele costuma utilizar o artifício apenas para capturar suas presas.

O peptídeo encontrado no cone-de-mármore causa dor e irritação intensa. Sem tratamentos médicos imediatos, o veneno causa problemas graves de saúde. Atualmente, já foram registrados 30 falecimentos decorridos do contato com o caracol.

5° lugar: Caracóis possuídos

 

Fonte da imagem: Reprodução/TopTenz.net

Embora o caracol da imagem acima pareça uma espécie colorida e diferente, na verdade ele teve o corpo “possuído” por uma espécie de verme chamada Leucochloridium. Esses seres espertinhos, apesar de invadir as lesmas, só completam o seu ciclo de vida nos corpos de determinados pássaros. Portanto, além de usar os caracóis como isca, também são capazes de alterar seu comportamento e aparência, de forma que fiquem mais atraentes para as aves.

 

Benefícios para o ser humano?

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem o caramujo?

 

Como o caramujo se multiplica?

 

Onde mora o caramujo?

 

Qual tipo de doença o caramujo transmite?

 

Posso evitar caramujo?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Caramujo ambientalmente correto?

Caramujo serve para alguma coisa?

Alguém come caramujo?

Você acredita que este bicho é?

 

Caramujo nas artes (teledramaturgia, cinema, teatro…)

Sitio do Picapau Amarelo

https://www.youtube.com/watch?v=rOObUtSC3pQ

 

Vida de Inseto, Bug’s Life,

 

9) Caramujos/Caracóis  caramujo africano

Livre de Caramujos!

Você sabia que pode ficar livre de caramujo?

 

O que é o caramujo?

O biólogo Robert Cowie, da Universidade do Havaí, conta que os primeiros exemplares do caramujo-gigante-africano (Lissachatina fulica) chegaram ao país na década de 1930 por meio dos imigrantes japoneses que queriam criar esses animais como bichos de estimação. Desde então, esse molusco acabou assumindo o controle ecológico e ganhando espaço na agricultura entre as espécies nativas da região.

Já na década de 1960, os caramujos-gigantes-africanos foram levados para os Estados Unidos de uma maneira quase inacreditável: de acordo com o site Wired, um menino que passava as férias no Havaí com a família acabou guardando consigo alguns exemplares do animal.

Nessa época, os caramujos já estavam sendo combatidos no Havaí e mal sabiam os americanos que eles logo se tornariam uma ameaça por lá também. De volta para casa, o menino logo se cansou dos moluscos e os entregou para sua avó, que acabou por soltar os caramujos no jardim. Como essa espécie se reproduz com muita facilidade, não é difícil imaginar a dimensão da situação que o menino inocentemente criou.

Fonte da imagem: Shutterstock

 

 

 

Campeões de reprodução

Além de serem hermafroditas, os moluscos africanos são, digamos, bons amantes. Assim fica fácil entender como a espécie conseguiu se espalhar pelo mundo inteiro. O biólogo explica que esses animais possuem os dois sexos e se adaptam de acordo com a situação. Em alguns casos, eles conseguem até mesmo cruzar reciprocamente.

Uma vez fertilizado, o caramujo enterra centenas de ovos a alguns centímetros da superfície do solo. Por causa do tamanho impressionante da espécie – que pode chegar a medir 30 centímetros e pesar quase meio quilo –, os pequenos moluscos nascem maiores do que as espécies nativas, o que representa uma vantagem contra os predadores.

Porém, enquanto o animal se multiplica rapidamente, o seu combate é muito mais demorado. A Flórida precisou de sete anos para erradicar os caramujos e em alguns países simplesmente não é possível controlar o número de animais.

Caramujo e religião:

Uma nova infestação

A má notícia é que em 2011 ocorreu uma nova infestação na Flórida. Desta vez, não foi nenhuma criança adorável quem carregou os animais de volta para o território americano, mas sim praticantes de religiões ligadas ao vodu. Dá pra acreditar?

Cowie explica que o muco do animal é utilizado em alguns rituais e ele suspeita que os praticantes tenham soltado os caramujos na região de Miami para que eles pudessem se reproduzir livremente. Embora o animal seja usado em rituais de cura, existem relatos de que as pessoas que ingerem o muco do molusco passam violentamente mal.

Independente de quem seja a culpa, a nova infestação preocupa as autoridades competentes. Para termos uma ideia da dimensão do problema, estima-se que os agricultores tenham recolhido 137 mil caramujos nos últimos dois anos. Em termos de comparação, apenas 17 mil animais tinham sido coletados na década de 1960.

O impacto ambiental

Hoje, os moradores de Miami são obrigados a conviver com essas criaturas que causam uma série de transtornos. Além de se alimentarem de 500 tipos de plantas economicamente relevantes na região, os moluscos gigantes estão começando a devorar as casas, preferencialmente aquelas cujo acabamento contém cálcio, que é a substância que eles mais precisam para manter seu crescimento e fortalecer suas conchas. Ou você pensou que era fácil manter o corpinho em dia quando se é um caramujo gigante?

Se isso já não fosse o bastante, esses animais também estão atrapalhando a vida dos motoristas, que precisam ter cuidado redobrado ao dirigir por áreas infestadas. Por causa de suas conchas grandes, fortes e pontiagudas, elas acabam furando os pneus dos veículos que passam por cima delas. Todos esses problemas estão fazendo com que o estado da Flórida desembolse milhões de dólares na tentativa de combater os animais.

Talvez você tenha imaginado que incluir esses animais na alimentação seria uma boa saída para diminuir o número de exemplares soltos na cidade. De fato, os caramujos-gigantes-africanos podem ser consumidos, mas eles precisam ser extremamente bem cozidos para eliminar o risco de doenças, já que essa espécie é hospedeira natural do parasita que causa meningite. Ainda existem casos de pessoas que ingerem o animal inadvertidamente, afinal, eles estão presentes em muitas plantas que também fazem parte da nossa alimentação.

Agora, o que realmente não deve ser feito é jogar sal em cima do molusco. A osmose faz com que o animal desidrate e morra de maneira cruel. Os moradores

que encontrarem caramujos são orientados a utilizar venenos específicos ou reportar às autoridades competentes.

 

O pequeno Paul Franklin, de apenas quatro anos, machucou-se durante um período que passou na praia, em julho, quando caiu na areia e ralou seus joelhos. O pai do garoto, Ken Franklin, disse que eles cobriram a ferida com um curativo e deixaram assim até perceberem que, algumas semanas depois, o machucado de um dos joelhos teimava em não sarar.

 

Segundo a mãe do menino, ele tinha febre a sua ferida estava ficando mais feia e inchada. Isso fez com que ela levasse Paul ao médico, que receitou alguns remédios ao garoto. Os medicamentos ajudaram a diminuir a febre, mas a ferida continuava sem aparentar melhoras.

 

Uma semana após a consulta, a mãe reparou que a ferida estava ficando escura, com uma ponta preta e dura. Ela decidiu drenar o machucado e foi então que um caracol do mar saiu do joelho do menino. O bichinho estava vivo e se mexendo, e Paul, agora, está com seu joelho bem melhor. Você já tinha ouvido falar de uma história como essas? Conte para a gente, nos comentários.

 

  1. Caracol de cone-de-mármore (Conus marmoreus)

 

Essa é uma espécie especial da família conus, encontrada principalmente no oceano Índico. Com apenas uma gotinha do veneno que a criatura injeta, é possível matar 20 adultos. Porém, ele costuma utilizar o artifício apenas para capturar suas presas.

O peptídeo encontrado no cone-de-mármore causa dor e irritação intensa. Sem tratamentos médicos imediatos, o veneno causa problemas graves de saúde. Atualmente, já foram registrados 30 falecimentos decorridos do contato com o caracol.

5° lugar: Caracóis possuídos

 

Fonte da imagem: Reprodução/TopTenz.net

Embora o caracol da imagem acima pareça uma espécie colorida e diferente, na verdade ele teve o corpo “possuído” por uma espécie de verme chamada Leucochloridium. Esses seres espertinhos, apesar de invadir as lesmas, só completam o seu ciclo de vida nos corpos de determinados pássaros. Portanto, além de usar os caracóis como isca, também são capazes de alterar seu comportamento e aparência, de forma que fiquem mais atraentes para as aves.

 

Benefícios para o ser humano?

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem o caramujo?

 

Como o caramujo se multiplica?

 

Onde mora o caramujo?

 

Qual tipo de doença o caramujo transmite?

 

Posso evitar caramujo?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Caramujo ambientalmente correto?

Caramujo serve para alguma coisa?

Alguém come caramujo?

Você acredita que este bicho é?

 

Caramujo nas artes (teledramaturgia, cinema, teatro…)

Sitio do Picapau Amarelo

https://www.youtube.com/watch?v=rOObUtSC3pQ

 

Vida de Inseto, Bug’s Life, Dona Baratinha, Histórias da Dona Carochinha no Sítio do Picapau Amarelo

Carrapato


Livre de Carrapato!

 

Você sabia que pode ficar livre de carrapato?

 

 

O que é o carrapato?

O segredo para curar a chamada “febre maculosa”, sem maiores sequelas, é identificar a doença com o máximo de antecedência possível, segundo afirmou o especialista em doenças infecciosas Dr. Amesh Adalja em entrevista ao site Live Science. Também conhecida como ‘febre do carrapato’, ou ‘febre manchada das montanhas rochosas’, nos Estados Unidos, a enfermidade é causada pela bactéria Rickettsia rickettsia. O agente é transmitido pela mordida do carrapato-estrela, presente em bois, cavalos, cães e capivaras, entre outros animais.

A bactéria danifica as células do revestimento dos vasos sanguíneos, causando diminuição da pressão arterial pela perda de fluidos, explicou o Dr. Adalja. Ele também afirmou que o sistema imunológico da pessoa pode causar danos ainda maiores ao identificar a presença da infecção.

A diminuição drástica da pressão arterial é o que causa o grande problema para os portadores da doença. Adalja ressalta que em qualquer caso de infecção, com a pressão sanguínea reduzida ao mínimo, as pessoas não têm condições de sobreviver e acabam entrando em um quadro clínico chamado de choque séptico. Nesse ponto o corpo passa a atuar direcionando o sangue para os órgãos vitais e reduzindo a circulação nas extremidades, o que causa morte dos tecidos. Como consequência, os membros precisam ser amputados.

 

De acordo com o Centros de Prevenção e Controle de Doenças (CDC), o antibiótico utilizado para combater essa enfermidade atua melhor se o tratamento for iniciado antes do quinto dia de infecção, de modo que casos extremos, em que o paciente perde os membros ou chega a morrer, são mais raros de acontecer. Geralmente, as situações mais graves ocorrem por variações nos sintomas iniciais, o que dificulta a identificação da doença.

Por exemplo, a infecção pode ocasionar o surgimento de erupções cutâneas no início ou com certo atraso, o que pode influenciar na rapidez do diagnóstico. De acordo com o CDC, somente em 10 % dos casos, o paciente não apresenta manchas avermelhadas na pele, o que pode ocasionar a situação mais grave. Segundo informações da organização Mayo Clinic, quando a doença não recebe o tratamento adequado, 

 

a incidência de casos fatais chega a 75 %.

Caso Jo Rogers

Infelizmente, o recente caso de Jo Rogers, de 40 anos chamou a atenção dos especialistas nos Estados Unidos. O diagnóstico correto da doença foi dado com atraso e a mulher começou a ficar com os membros escuros, de modo que os médicos precisaram amputá-los. Ela perdeu os braços, a partir dos cotovelos, e as pernas, a partir dos joelhos.

A suspeita é de que ela tenha contraído a doença durante as férias, nas quais passou alguns dias na região do Grande Lago, em Oklahoma. Ela começou a ter sintomas semelhantes aos de uma gripe e foi hospitalizada quatro dias depois da viagem.

 

Benefícios para o ser humano?

Será que é possível um carrapato transformá-lo em um vegetariano ou pelo menos fazer você não querer nem ver carne vermelha? De acordo com um artigo da NBC, os médicos dos Estados Unidos têm observado um aumento súbito de alergias a carne em pessoas picadas por certo tipo de carrapato, sendo já cerca de 200 casos confirmados.

Este problema só foi descoberto há alguns anos, mas está crescendo conforme os carrapatos se espalham em algumas regiões do território norte-americano. Em alguns casos, até mesmo comer um hambúrguer ou um bife levo

 

u pessoas ao hospital com reações alérgicas severas.

Porém, poucos pacientes parecem estar cientes do risco e até mesmo os médicos demoraram a reconhecê-lo. Afinal, a condição pode ser facilmente confundida com uma intoxicação alimentar comum, porém com um quadro mais agravado. Além disso, pessoas que nunca tiveram alergia à carne não acham que ela foi causadora da alergia.

 

As autoridades de saúde dizem que alguns carrapatos transmissores de doenças que antes eram encontrados apenas em torno da área de Montauk, uma região litorânea do estado de Nova York, agora estão aparecendo no oeste do condado de Suffolk, localidade próxima. Além disso, casos foram observados em todo o sul e metade oriental do país.

Segundo o alergista Greg Cergol relatou, em entrevista à NBC, o culpado é um carrapato do tipo “Lone Star” (ou “Estrela Solitária” em tradução livre), nomeado em homenagem ao Texas, um estado famoso pela tradição do churrasco.

 

No entanto, alguns pesquisadores acreditam que outros tipos de carrapatos também possam causar alergias à carne, pois casos foram relatados na Austrália, França, Alemanha, Suécia, Espanha, Japão e Coreia, onde o Lone Star não é observado.

Efeito da picada

Esses parasitas abrigam um composto que os humanos não têm, chamado galactose-alfa. Esse açúcar é encontrado na carne vermelha bovina, além de suína, de veado, de coelho e em alguns produtos lácteos. Geralmente, em alimentos que são digeridos pelo estômago, essa substância não faz mal.

Mas uma picada de carrapato com essa substância desencadeia uma resposta do sistema imunológico: o corpo então percebe o açúcar do carrapato no sangue e na pele da vítima como uma substância estranha, prod

 

uzindo anticorpos para combatê-lo. Isso prepara o palco para uma reação alérgica acontecer na próxima vez que a pessoa comer carne vermelha que contém a galactose.

Louise Danzig, uma enfermeira de 63 anos da região de Montauk, foi uma das afetadas depois de comer um hambúrguer e relatou: “Eu acordei com as mãos muito inchadas e com muita coceira. Eu podia sentir que meus lábios e minha língua estavam ficando inchados também. Então eu comecei a perder a capacidade de falar e minha garganta estava fechando”, disse ela. Louise tinha

 

picadas de carrapatos recentes e um exame de sangue confirmou a alergia a carne.

Dra. Erin McGintee, uma especialista em alergia no leste de Long Island, uma área com muitos carrapatos, está mantendo um banco de dados para o estudo da doença com outros pesquisadores. As reações alérgicas podem ser tratadas com anti-histamínicos para aliviar a coceira, e as mais graves com adrenalina.

 

curiosidades

Carrapatos são animais pertencentes ao filo dos artrópodes, animais invertebrados com corpos segmentados, exoesqueletos e apêndices (membros) articulados. Seus parentes mais próximos são os ácaros (mais informações em 15 CURIOSIDADES INTERESSANTES SOBRE OS ÁCAROS).

 

Registros fósseis sugerem que esses animais existem há pelo menos 900 milhões de anos.

 

Carrapatos são parasitas hematófagos, ou seja, animais que se alimentam de sangue. Os hematófagos mais conhecidos são o piolho, a pulga e o pernilongo.

 

A picada é normalmente indolor, mas pode deixar alguns sintomas como coceira, vermelhidão na pele, inchaço e nos casos mais graves, dores de cabeça, vômitos, dificuldades para respirar e dor nas articulações, entre outros.

 

O ciclo de vida do carrapato possui quatro fases: ovo, larva, ninfa e adulto. Em geral, eles não trocam de fase no hospedeiro – um cão doméstico, por exemplo –, mas no ambiente em volta.

 

As fêmeas põem seus ovos em frestas, atrás de quadros, embaixo de estrados, atrás de moveis e em outros locais escuros e com pouca umidade. O detalhe é que ela sempre irá depositar em locais próximos do hospedeiro.

 

Dependendo da espécie, as larvas podem nascer dos ovos em até 7 semanas. Aliás, o tempo de vida do carrapato é de até 19 meses.

 

São encontrados em praticamente todas as regiões do planeta, tanto nas zonas urbanas quanto nas rurais.

 

Os carrapatos são responsáveis pela transmissão de inúmeras doenças para os seres humanos, entre as quais a babesiose, doença Powasan, a tularemia, a erliquiose e a febre da carraça colorado.

 

Entre os carrapatos de animais encontrados no Brasil, os mais comuns são o carrapato-de-boi, o carrapato-de-galinha, o carrapato-de-cavalo e o carrapato-marrom. Este último é comum em animais domésticos como cães e gatos.

 

O carrapato mais comum no ser humano é o carrapato-de-cavalo, também chamado de carrapato-estrela e carrapato-redoleiro.

 

Um dos tipos de carrapato mais perigosos que existem é o carrapato-estrela, muito comum no Brasil. Ele é responsável pela transmissão da febre maculosa, uma doenças que se não for tratada logo, pode levar ao óbito.

 

Os carrapatos só perdem para os mosquitos entre os maiores transmissores de doenças para os seres humanos.

 

Carrapatos são extremamente resistentes. Podem passar semanas sem se alimentar (algumas espécies conseguem ficar até um ano).

 

As pessoas costumam usar vaselina, vinagre, bicarbonato de sódio, frutas cítricas e outros produtos no pelo do animal para eliminar os carrapatos. Mas o melhor conselho é levar o bichinho no veterinário, que é quem saberá indicar um produto realmente eficiente.

 

Os carrapatos se tornar um problema dentro de casa quando eles são realizados em animais ou em humanos. Contrariamente à crença comum , os carrapatos nãopodem saltar ou voar.

 

A picada de carrapato pode causar à transmissão de certas doenças aos seres humanos.

Os carrapatos são pequenos insetos que sugam o sangue.

 

Podem ter diferentes tamanhos:

  • Pequenas como um alfinete,
  • Grandes como uma borracha de lápis.

Os carrapatos:

  • Têm oito patas,
  • São aracnídeos, então estão relacionados com as aranhas.

A espécie pode ter uma cor diferente, do marrom avermelhado ao preto.

 

 

Picada de carrapato

INDICE

 

 

Como ocorre a picada do carrapato?

As larvas dos carrapatos e os carrapatos podem atacar os seres humanos de várias maneiras.

Ao contrário das pulgas, os carrapatos não podem voar para chegar aos hospedeiros.

  • Se escondem em lugares com muita grama,
  • Agarram-se aos seres humanos ou animais.

A maioria das pessoas pega os carrapatos durante a execução de atividades como:

  • Jardinagem,
  • Camping,
  • Caminhada,
  • Jogo ao ar livre.

Ao externo, existem algumas áreas cheias destes aracnídeos que podem se atacar:

  • Ao caminhar,
  • Quando a pessoa entra em contato com as plantas infestadas.

 

Também têm a capacidade de sobreviver sem comer por um longo tempo, exceto se alguém mata-los.

Inicialmente, podem causar:

 

No entanto, se o carrapato fica na pele dos hóspedes por um longo tempo, pode transmitir doenças como:

Eles também podem causar muito desconforto e várias doenças em cães, tais como:

  • Paralisia,
  • Rickettsiose ou riquetsiose.

 

É necessário remover as larvas e carrapatos mais rapidamente possível para evitar contrair estas doenças.

Os carrapatos mordem especialmente determinadas áreas do corpo, por exemplo:

  • A virilha,
  • As axilas,
  • O pescoço,
  • A parte de trás do joelho,
  • Atrás da orelha.

É necessário evitar a infestação e as mordidas de carrapatos porque são:

  • Muito perigosos,
  • Podem causar a morte.

Muitas vezes as crianças não percebem de haver este inseto na pele.

Recomendamos de controlar as crianças e os recém-nascidos que permanecem muito tempo:

  • No parque,
  • Em um bosco.

 

Sintomas da picada de carrapato

Geralmente, a picada de carrapato é inofensiva e não causa sintomas.

No entanto, quando você é alérgico a estas picadas, você pode sentir:

Alguns carrapatos podem transmitir doenças que causam graves consequências.

Geralmente se desenvolvem dentro das primeiras semanas após a picada.

Os sintomas possíveis são:

  1. Manchas vermelhas ou eritema, com a forma de uma diana para tiro

 

  1. Dor no pescoço
  2. Dores de cabeça
  3. Náusea
  4. Diarréia
  5. Fraqueza
  6. Dores musculares ou articulares

 

 

 

  1. Febre ou calafrios
  2. Inchaço das glândulas linfáticas.

Uma erupção cutânea vermelha que se espalha pode ser causada pela doença de Lyme.

O eczema desenvolve-se após um período de incubação que dura de 1 a 4 semanas após a picada. Geralmente a erupção aparece depois de um período de cerca de 10 dias em média.

A erupção é uma mancha lisa e redonda que normalmente mede cerca de 5 cm, mas pode ser muito maior.

O eczema gradualmente aumenta de tamanho em poucos dias.

O centro da mancha onde o carrapato mordeu pode tornar-se mais claro, enquanto em torno permanece vermelho brilhante.

Isso deixa a erupção da pele semelhante a uma rosquinha.

 

Quando se preocupar com as picadas de carrapatos?

Em casos raros, os carrapatos podem transmitir doenças para os serem humanos que podem ser muito graves.

A maioria dos sinais ou sintomas aparece dentro das primeiras semanas após a picada.

Quando você começa a sentir os sintomas incomuns é importante ir ao médico.

 

Aqui está uma lista de doenças que você pode ter através de uma picada de carrapato:

  1. Doença de Lyme
  2. Febre do carrapato do colorado
  3. Febre maculosa
  4. Tularemia
  5. Erliquiose
  6. Anaplasmose
  7. Meningoencefalite
  8. As pessoas que não são vacinadas contra o tétano podem pegar esta doença.

 

 

Diagnóstico da mordida do carrapato

Não existe nenhum exame para reconhecer o tipo de carrapato quando separa-se do corpo.

No entanto, o médico pode realizar um exame cuidadoso, procurando:

 

  • Os carrapatos que ainda estão fixado ao corpo,
  • Sinais de uma doença
  • Erupções cutâneas.

Quando o médico consegue identificar o aracnídeo, ele solicita exames mais indicados, por exemplo:

O médico prescreve os exames de sangue para doenças como:

 

  • Doença de Lyme,
  • Febre maculosa,
  • Tularemia,
  • Erliquiose.

Geralmente não são positivos por semanas após a descoberta, embora os sintomas podem estar presentes.

O exame de sangue ao microscópio é necessário para diagnosticar o parasita que provoca a Babesiose.

O conhecimento do tipo do carrapato que efetuou a picada:

  • Pode restringir a lista de possíveis diagnósticos,
  • Permite de começar o tratamento logo que possível.

 

O que é a doença de Lyme?

A borreliose de Lyme (também conhecido como borreliose ou doença de Lyme) é uma infecção por espiroquetas.

A bactéria responsável é chamada de Borrelia burgdorferi, geralmente é transmitida através da picada de um “carrapato duro”; no Reino Unido é conhecido mais comumente como Ixodes ricinus.

Também os “carrapatos moles” podem causar a borreliose.

Em animais foram demonstradas:

  • A transmissão transplacentária,
  • A propagação da infecção bacteriana através de transfusão de sangue.

 

Tratamento para picadas de carrapato

Geralmente o tratamento para picadas de carrapato varia de acordo com os sintomas que uma pessoa desenvolve.

 

Não existe nenhuma necessidade de se preocupar imediatamente porque o risco de contrair infecção por carrapatos é bastante baixo.

 

Você deve procurar um médico se você desenvolve:

  • Eczema
  • Dores musculares
  • Febre
  • Inflamação e dor nas articulações
  • Torcicolo
  • Linfonodos inchados
  • Sintomas como gripe.

Se você consegue conservar o carrapato é necessário mostra-la ao médico.

É recomendável ir ao pronto socorro se ocorrer estes efeitos colaterais:

  1. Forte dor de cabeça
  2. Dificuldades respiratórias

 

  1. Paralisia
  2. Dor no peito
  3. Palpitações no coração.

O tratamento depende da doença que o carrapato transmitiu para a pessoa.

No entanto, geralmente algumas ações são feitas, incluindo:

  • A limpeza da área,
  • A aplicação de um creme antibiótico.

Se ocorre a coceira, o médico pode prescrever um produto que contenha difenidramina.

A profilaxia envolve um ciclo de 5 dias com um medicamento antibiótico: doxiciclina se o carrapato permaneceu atacado pelo menos 36 horas.

A doxiciclina é contra-indicada durante a:

 

O que fazer para picada de carrapato?

O primeiro passo é remover o carrapato logo que possível.

Remover os carrapatos e especialmente as larvas pode ser difícil.

A remoção de um carrapato deve ser feita com muito cuidado, antes de furar a pele.

Quando vê o animal em sua pele ou roupa, agarre-o usando um par de pinças e evitar tocá-lo com os dedos.

Existe um método a seguir: usar um par de pinças para agarrar o carrapato pela cabeça ou boca.

 

Aos poucos puxe usando uma pressão e uma força constante.

Não tente furar o corpo do aracnídeo.

Depois da remoção coloque o ácaro em uma garrafa de álcool para matá-lo.

Quando sai da pele, limpe a área com álcool ou uma solução anti-séptica para evitar uma infecção.

 

Como retirar a cabeça de um carrapato da pele

Pode ocorrer que a cabeça do carrapato permanece na pele.

Não devemos ter medo.

Se fica apenas o hipostômio, não causa qualquer risco de infecção.

Para remover o hipostômio e a parte fixada, você deve usar agulhas esterilizadas ou uma pinça e removê-los, assim como se remove uma farpa da pele.

Se a boca e glândulas salivares permanecem na pele, você tem que ter muito cuidado.

Isso ocorre porque é possível que as bactérias patogénicas penetram na pele ao apertar as glândulas salivares.

Tente puxar a parte da boca com uma pinça. Em caso de dificuldade, consulte o médico.

 

O que fazer e não fazer para remover carrapatos na pele

È necessário lembrar estas dicas porque eles ajudam a evitar a transferência de bactérias no corpo.

Nunca toque o carrapato com:

  • Um cigarro aceso e quente,
  • Um fósforo queimado,
  • Vaselina,
  • Acetona,
  • Outros produtos químicos.

Isso só serve para irritar o aracnídeo.

 

Essas ações:

 

  • Estimulam o carrapato a injetar uma grande quantidade de saliva que lubrifica as partes da boca,
  • Ajudam a trazer para fora os acúleos que penetram na pele.

Esta saliva pode conter as bactérias:

  • Da doença de Lyme,
  • Da febre maculosa.

Após a remoção é aconselhável controlar se a área torna-se infectada.

Remover o carrapato sempre suavemente e não remover girando o corpo.

O risco é de arancar a boca da pele enquanto as outras partes permanecem atacados.

Nunca utilize os dedos em vez de uma pinça. Se o carrapato está atacado e é apertado com os dedos, o sangue e a saliva que contêm bactérias:

  • São empurrados na ferida,
  • Causam uma infecção.

 

Prevenção da mordida de carrapato

Após a remoção do carrapato é necessário impedir que aconteça novamente no futuro.

O carrapato de passarinho pode se tornar um pesadelo em edifícios onde estes passarinhos nidificam.

O carrapato de passarinho:

  • Pode ser encontrados no guano,
  • Entra em edifícios,
  • morde as pessoas durante a noite.

Pode causar uma reação alérgica grave, por exemplo uma urticária.

È necessário:

  • Remover o ninho dos pombos,
  • Limpar cuidadosamente a sujeira restante.

 

Os carrapatos podem pôr ovos em seres humanos?

 

Ovos Tick

A boa notícia é que os carrapatos não põem ovos em seres humanos – ou todos os animais, para essa matéria. Fêmeas adultas botam ovos só depois de terem cheios de sangue e separados do host.

A má notícia é que os ovos de carrapatos ainda pode ser um problema sério. Se o carrapato separa de você ou seu animal de estimação dentro de sua casa, ela pode pôr ovos em seu tapete ou em seu mobiliário. Um único carrapato mãe pode colocar milhares de ovos. Quando eles eclodem, milhares de larvas de carrapato estão todos olhando para os anfitriões.

O ciclo de vida do carrapato

 

Ao assinalar os ovos eclodem, as larvas emergem. O pequeno larvas de seis patas subir a um lugar alto, como o topo de uma folha de grama, e esperar por um hospedeiro vertebrado (muitas vezes um rato ou um pássaro) para passar. A larva então pega-lo, varas, e se enche de sangue antes de cair em silêncio e se tornar uma ninfa de oito patas.

A ninfa repete o processo, à procura de grandes hospedeiros animais, incluindo cães, veados e humanos. Quando a ninfa completa a sua refeição de sangue, você cai em silêncio novamente, e torna-se um carrapato adulto.

O carrapatos adultos encontram o seu último mestres, buscando os grandes mamíferos, como cães, veados e humanos. Nesta série final, os carrapatos machos e fêmeas se encontram e companheiro. O carrapato macho geralmente morre, enquanto o carrapato fêmea adulta tem o seu final refeição de sangue, o que destaca e coloca seus ovos. Os ovos permanecem dormentes durante várias semanas a vários meses, eo processo começa novamente.

Doenças Transmissíveis

Os carrapatos podem adquirir e transmitir doenças mortais em todas as fases do seu ciclo de vida. Na verdade, os carrapatos transmitem a mais ampla variedade de outros agentes conhecidos de sanguessuga infecção: pode transmitir bactérias, vírus, protozoários e riquétsias. A doença de Lyme é a doença nasce-tick mais popular. As carraças transmitem o organismo que causa a doença de um ser humano após uma carraça alimenta de um veado infectado e, em seguida, alimenta-se um ser humano. Os carrapatos também podem transmitir a babesiose, febre maculosa, tularemia, e outras doenças mortais.

Livrar-se de ovos Tick

Se você encontrar ovos carrapato na casa, a melhor maneira de matá-los é usando sal de mesa. Polvilhe uma generosa quantidade de sal nas almofadas tapete ou sofá, e deixar o sal por uma semana. O sal vai secar e matar os ovos.

Ovos marca no quintal pode ser morto com agrotóxicos disponíveis no mercado. Cortar a grama curta para incentivar os carrapatos para sair: porque os carrapatos não podem voar ou saltar, dependem de grama alta para trazê-los perto de potenciais clientes.

 

Fontes: Wikipédia, Brasil Escola, Só Biologia, Bayer Pet, maiscuriosidade.com.br

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem o carrapato?

 

Como o carrapato se multiplica?

 

Onde mora o carrapato?

 

Qual tipo de doença o carrapato transmite?

 

Posso evitar carrapato?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Carrapato ambientalmente correto?

Carrapato serve para alguma coisa?

Alguém come carrapato?

Você acredita que este bicho é?

 

Carrapato nas artes (teledramaturgia, cinema, teatro…)

Vida de Inseto, Bug’s Life, no Sítio do Picapau Amarelo

Cupim


Livre de Cupim!

 

 

Os cupins (também conhecidos como térmites) são insetos sociais que se distribuem em mais de 2.600 espécies descritas, sendo que no Brasil, registram-se cerca de 250. A grande maioria exerce poderosa ação benéfica no solo pela aeração e drenagem, movimentação de partículas, descompactação e porosidade do solo, além da distribuição de matéria orgânica. Algumas espécies exóticas são responsáveis por causarem grandes danos a estruturas construtivas, acabamentos e objetos que envolvem madeira e seus derivados.

 

 

 

 

No Brasil, as duas espécies mais significativas como pragas urbanas são: Cryptotermes brevis e Coptotermes gestroi . Dois conjuntos de fatores propiciam suas infestações nas malhas urbanas: as características biológicas do inseto e a complexidade estrutural do meio urbano.

 

 

Brocas de madeira

Além do cupim, outro importante grupo de insetos xilófagos é constituído pelas brocas de madeira. São milhares de espécies amplamente distribuídas em diferentes grupos, sendo que os insetos das famílias Anobiidae e Lyctidae são os principais responsáveis pelo ataque a objetos de madeiras e derivados.

A presença da broca de madeira, no maioria das vezes, apenas é notada pelos resíduos que deixa e que tem a aparência de pó, via de regra com coloração parecida com a da madeira atacada.

Escorpião


Livre de Escorpiões!

 

 

 

Não somos inimigos dos escorpiões.

Somos inimigos dos males que eles podem nos causar.

A picada dete aracnídeo é dolorosa e pode matar.

 

Quem é Este Bicho?

O escorpião, também conhecido por lacrau ou alacrau, é um animal invertebrado artrópode (com patas formadas por vários segmentos) que pertence à ordem Scorpiones estando enquadrado na classe dos aracnídeos. O nome ‘escorpião’ é derivado do latim scorpio/scorpionis. Lacrau vem do árabe al-‘aqrab.

 

“Arma Fatal”

O atributo mais notório de um escorpião é seu ferrão venenoso. O veneno dos escorpiões é neurotóxico. Sua ação é muito rápida e forte. A dor é intensa, com  náusea, latejamento e sensação de queimação irradiando-se por todo o corpo da vítima. Agindo especialmente sobre o sistema nervoso central, pode causar morte por asfixia, pois os comandos que controlam a respiração ficam bloqueados. O soro anti-escorpiônico é o único remédio eficaz contra as ferroadas dos escorpiões.

 

“Perseguidor Mortal”

O deathstalker (‘perserguidor de morte’) é encontrado na África do Norte e no Oriente Médio. É considerado o mais perigoso entre as criaturas de sua espécie, por ser muito agressivo e poder matar uma pessoa ou colocá-la em estado de coma. Sua neurotoxina é um coquetel que causa dores intensas e insuportáveis, febre, convulsão e paralisia. Em geral, os deathstalkers possuem uma coloração amarela e podem chegar a 13 centímetros. Por sorte, uma picada do bicho dificilmente põe fim à vida de um adulto saudável. Entretanto, as crianças, os idosos e quem sofre de problemas do coração estão entre o grupo mais suscetível.

 

“Família Grande e Tímida”

Scorpiones é a ordem de artrópodes arácnidos terrestres que apresentam comprimento de 12mm a 30cm, corpo alongado e quelíceras (apêndices/pinças) com três artículos. São animais geralmente discretos e noturnos, escondendo-se durante o dia sob troncos e cascas de árvores.

Atualmente já estão catalogadas cerca de 1600 espécies e subespécies distribuídas em 116 gêneros diferentes em todo o mundo. Todas as espécies de escorpião são venenosas. No Brasil existem cerca de 140 espécies.

 

“Cauda Temida”

Os escorpiões diferem dos outros aracnídeos por terem palpos compridos, além da característica cauda longa e perigosa. Os palpos funcionam como pinças grandes e poderosas, que podem ser usadas para segurar e dominar suas presas. São muito sensíveis ao tato e ao deslocamento do ar, devido à presença de cerdas muito longas e finas.

 

“Frio, Sim; Gelado, Não!”

Existem escorpiões em todos os continentes, exceto na Antártida. Encontramos espécies na Europa (incluindo os Alpes suíços), África, Ásia, Oceania e nas Américas Central, do Norte e do Sul. Usualmente, escondem-se no  lixo e em entulhos das pequenas e grandes cidades.

 

“Prefiro o Calor, mas Aguento uma Nevezinha!”

Estes temidos aracnídeos preferem viver em áreas com uma temperatura entre 20 °C e 37 °C, mas sobrevivem em temperaturas de 0 °C a 56 °C. Perfeitamente adaptados às condições climáticas do deserto, suportam uma amplitude térmica diária na ordem dos 40 °C. Escorpiões do gênero Scorpiops, alguns da família bothriurid que vivem na Patagônia e pequenos Euscorpius da Europa central, podem sobreviver a temperaturas de inverno que chegam a -25ºC. Em Repetek (Turcomenistão) vivem sete espécies de escorpião, das quais a Pectinibuthus birulai é endêmica, suportando temperaturas que variam de -31ºC a 51ºC.

 

“Qual Cor Você Vai Querer?”

Suas cores variam do amarelo palha ao negro total, passando por tons intermediários, como o amarelo-avermelhado, vermelho-amarronzado, marrom e tons de verde ou mesmo de azul.

 

“O Primeiro a Pisar na Terra”

Existem registros científicos da existência dos escorpiões há mais de 400 milhões de anos. Segundo pesquisas, foram eles os primeiros artrópodes a conquistar o ambiente terrestre, após sairem dos mares.

 

“Bloqueador Solar Antidesidratação”

Ao longo dos milênios, os escorpiões desenvolveram habilidade de adaptação  aos seus locais de moradia. Uma das melhores “armas” é a carapaça de quitina (fibra  resistente, semelhante à celulose) que compõe o seu exoesqueleto e que evita a evaporação excessiva e as queimaduras solares.

 

“1/4 de Século”

As várias espécies de escorpiões têm tempos de vida muito diferentes. Não há registro científico sobre quantos anos a maioria das espécies vive. Sabe-se que alguns destes animais vivem de 4 a 25 anos. A espécie H. arizonensis é a mais longeva: chega a 25 anos de idade – um quarto de século.

 

“Cardápio Variado e Canibalismo”

A alimentação destes aracnídeos é composta principalmente de insetos e aranhas, mas também inclue pequenos lagartos, roedores e pássaros. Em algumas situações devoram outros escorpiões (o canibalismo é uma prática comum entre todos os aracnídeos).

O canibalismo sexual é o comportamento pós-cópula que mais chama a atenção dos pesquisadores. Ocorre em muitas espécies quando a fêmea percebe o macho como uma presa e não como um parceiro. O canibalismo também acontece entre adultos do mesmo sexo e de fêmeas com seus filhotes.

 

“Um Dia da Caça, Outro do Caçador”

Os predadores naturais do escorpião são aves, répteis (cobras e alguns lagartos), anfíbios (rãs, sapos), aracnídeos (aranhas), insetos (formigas) entre outros. Na natureza, o tamanho é essencial para determinar quem é presa ou predador. Mas nem sempre o maior leva a melhor.

Escorpiões são carnívoros e têm hábitos de sair à noite, quando caçam e se reproduzem. Detectam suas presas por vibrações no ar e no solo e por sinais químicos, por meio de sensíveis pelos distribuídos principalmente nas suas pinças e patas.

 

“Sem Sede e Sem Efeito Sanfona”

Os escorpiões conseguem comer quantidades imensas de alimento, mas conseguem sobreviver com 10% da comida de que necessitam. Podem passar até um ano sem comer, consumindo pouquíssima água. Aliás, quase não tomam água

durante a vida inteira.

 

 

 

 

 

 

“Com ou Sem Transa, Não Precisa de Romance”

A reprodução da grande maioria das espécies é sexuada, exigindo a participação de machos e fêmeas. Porém, algumas espécies possuem reprodução monoica (também chamada partenogênese), sem participação de machos. Neste processo, óvulos não fertilizados dão origem a embriões vivos. Na reprodução sexuada, tal como em outras espécies, há uma dança nupcial que antecede o acasalamento. Com os pentes (apêndice sensorial tipo escova de dentes), o macho limpa o chão, onde deposita uma cápsula contendo espermatozóides (espermatóforo). Em seguida, arrasta a fêmea para cima dos espermatozóides para que ela os receba.

O opérculo (tampa) genital da fêmea se abre enquanto ela se abaixa sobre o espermatóforo, permitindo que os espermatozóides entrem em seu trato reprodutivo e ocorra a fecundação.

 

“Filharada”

Há espécies de escorpiões que são vivíparas (Se desenvolvem dentro do corpo da fêmea em uma placenta), mas a maioria é ovovivíara (se desenvolvem em um ovo dentro do corpo da fêmea, que eclode internamente). Podem gerar de 6 a 90 filhotes de cada vez.

 

“Você Esperou Dois Anos Pra Nascer!”

O tempo de gestação varia com a temperatura, espécie e alimentação da mãe, podendo estar entre 2 meses e 2 anos. Os filhotes nascem completamente brancos e por meio de parto, através de uma fenda genital. Ficam colados ao dorso materno por cerca de 10 a 14 dias até completar-se a primeira muda (quanto mais jovem o escorpião, mais mudas ele fará) até que consigam obter seu próprio alimento sozinhos. A idade adulta é alcançada com cerca de um ano de vida.

 

“Vestido para Matar”

O prossoma possui segmentos fundidos em um escudo cefálico em forma de carapaça. É a região anterior, onde se encontram os olhos, quelíceras (apêndices/pinças), pedipalpos (segundo par de apêndices/pinças) terminados em quelas (pinças) e pernas.

O opistossoma é dividido em mesossoma e metassoma.

O opistossoma é a região alongada do corpo, subdividida em mesossoma, com sete segmentos, e metassoma, com cinco segmentos. No primeiro segmento do mesossoma há um gonóporo (orifício genital) recoberto por um opérculo (tampa) genital.

No segundo segmento se encontra um apêndice sensorial único dentre os aracnídeos chamado “pente”. Existe um par de pulmões foliáceos do terceiro ao sexto segmentos do mesossoma. O metassoma não apresenta apêndices. Respectivamente se encontra no fim do metassoma uma estrutura cilíndrica com um espinho na ponta, chamada telson (o ferrão) e duas glândulas de veneno.

Os artrópodes possuem esqueleto externo (um exoesqueleto), uma estrutura dura, quitinosa, que reveste seu corpo, sem antenas, com quatro pares de patas torácicas e um par de palpos. Respiram por meio de filotraqueias, pulmões foliares, como páginas de um livro.

 

“Alegria das Óticas”

Os escorpiões também podem possuir maior número de olhos que outros aracnídeos, algumas espécies chegando a possuir até seis pares, embora não seja comum.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Links:

Prevenção e Socorro em Caso de Picada:

www.youtube.com/watch?v=ZbXqgbiWvdY

www.youtube.com/watch?v=-2ITtCxTrvw

www.youtube.com/watch?v=ECMA4j9KtS8

 

Bibliografia:

Aranha F. Os escorpiões e suas relações com o homem: uma revisão. Ciência e Cultura 1988.

 

Brazil, Tania Kobler; Porto, Tiago Jordão; Os Escorpiões. UFBA. 2011.

 

Brusca, Richard C.; Brusca, Gary J. Invertebrados. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2007

 

Ministerio da Saúde. Fundação Nacional de Saúde, Manual de diagnóstico e tratamento de acidentes por animais peçonhentos, Brasília, 1998.

 

Polis, Gary A.; The Biology of Scorpions; Stanford University Press; Stanford, CA

 

Na internet, www:

Escorpiao.vet.br/acidentes.html

Fiocruz

Instituto Butantã

Jornal Ciência, 20/10/13

Revista Galileu

Wikimedia Commons, Wikispecies: Biologia, Habitat, Nutrição e Medidas Preventivas dos Escorpiões, Arachnology, Arachnid Photo Gallery (The American Arachnological Society)

Veja. 2/1/12

 

Formiga


 

Livre de Formigas!

 

 

 

Apesar da aparência inofensiva, as formigas são insetos perigosos.

Transmitem doenças, contaminam e danificam alimentos, causam desconforto e prejuízos financeiros.

As formigas são animais pertencentes à ordem Hymenoptera e à família Formicidae, o grupo mais numeroso dentre os insetos. Formam níveis avançados de sociedade, conhecidos como eusocialidade, o que significa possuir três características bem definidas:

 

  1. Hierarquia de gerações;
  2. Divisão de trabalho;
  3. Cooperação no cuidado com a prole.

 

“Viva a Diferença!”

As formigas distinguem-se da maioria dos outros insetos por apresentarem:

  1. Uma casta de operárias sem asas;
  2. Fêmeas prognatas (com peças bucais no “ácron”/primeiro segmento da cabeça);
  3. ‘‘Saco infrabucal’’ entre o lábio e a hipofaringe;
  4. Antenas articuladas, com o artículo distal alongado (exceto nas subfamílias Armaniinae e Sphecomyrminae);
  5. Glândula metapleural nas fêmeas, abrindo na base das patas posteriores;
  1. Abdômem formando um “pecíolo” (como se fosse um cilindro);

 

  1. Asas anteriores ramificadas sem nervuras;

 

8) Perda de asas (da rainha) depois da cópula (“relação sexual’), que é realizada em voos de milhares de indivíduos.

 

“Classes A, B e C”

As formigas dividem-se em três castas: rainha, machos e operárias

 

“Organização Social”

As formigas vivem em colônias muito bem organizadas, onde cada indivíduo tem uma função específica. Para manter tudo em ordem, trabalham incessantemente. A qualquer momento do dia ou da noite, cerca de 30% a 40% das formigas estão em atividade. O restante permanece em repouso aparente, mas, se for necessário, entra imediatamente em ação.

 

“Vida Longa à Rainha!”

Entre as espécies conhecidas, as saúvas (gênero Atta) e as quenquéns (gênero Acromyrmex) formam as sociedades mais evoluídas. A população de seus formigueiros é dividida em castas, organizadas em torno de uma rainha, que passa a vida colocando ovos que darão origem aos seus “súditos”. Uma rainha pode chegar a trinta anos de idade.

 

“Papéis Sexuais”

A função da reprodução é realizada pela rainha e pelos machos. A fecundação  ocorre durante o voo nupcial. A rainha vive dentro do formigueiro, é maior que as outras formigas, perde as asas depois de fecundada, e põe ovos durante toda a sua vida. Os machos, inclusive de outros formigueiros, aparecem apenas quando é necessário fecundar uma nova rainha, o que acontece durante um voo de milhares de fêmeas e machos. Depois da fecundação, os machos não são autorizados a entrar no formigueiro e geralmente morrem rapidamente.

 

 

“Banco de Sêmen”

Após a primeira postura, a rainha pode optar por fertilizar o ovo com esperma armazenado em sua espermateca, podendo gerar operárias ou alguns poucos machos. Se as larvas de ovos fertilizados forem adequadamente nutridas, podem dar origem a novas rainhas.

Diariamente, ela põe um ovo, que desenvolve-se em larvas. Aproximadamente sessenta dias após a postura dos primeiros ovos, começam a surgir as operárias, que emergem e iniciam imediatamente a busca por comida. A rainha passa a receber alimento das operárias, que também cuidam das novas larvas. Em um ano, um formigueiro pode chegar a ter de 300 a 1000 novas operárias.

 

“Ditadura do Proletariado”

A mais numerosa casta é formada pelas formigas operárias, que protegem a colônia e cuidam dos alimentos e dos ovos da rainha. Dependendo da espécie, as obreiras vivem de três meses a três anos. Também fazem parte dessa microssociedade as fêmeas aladas e os machos – dupla que tem a função de acasalar e gerar novos indivíduos para o grupo.

 

“Discriminação no Cardápio”

Por serem “eussociais”, as formigas diferenciam suas castas de acordo com a alimentação da larva (trofogênica), hormônio juvenil (HJ) e ferormônio.

Por meio de sinais específicos, a rainha da colônia mostra às operárias quais  larvas se tornarão futuras rainhas. A partir do “comunicado” da soberana, as operárias distribuem as refeições das larvas de formas diferentes.  As larvas que recebem uma alimentação pobre em proteína, mais diluída, serão operárias. As que recebem dieta rica em proteína serão fêmeas aladas ou rainhas.

 

“Transformação 180º”

As pequenas formigas desenvolvem-se por metamorfoses completas, passando por um estado larval equivalente à lagarta dos outros insetos e pelo estado de pupa.

 

“Crescendo com o ‘Vômito’”

A larva não tem pernas e é alimentada pelas obreiras por um processo chamado trofalaxia. Isto significa que a operária regurgita alimentos ingeridos e digeridos. Quase como um  vômito. Os adultos também distribuem alimentos entre si por este processo.

 

“Bercário Violento”

Nas 160 espécies do gênero Myrmica, as atuais operárias que estão cuidando das larvas estimulam o desenvolvimento das futuras operárias com mordidas e abstenção de alimento.   

 

 

 

 

 

 

 

“Berçário Quentinho”

As larvas e pupas precisam de temperatura constante para se desenvolverem e, por isso, são transferidas para câmaras diferentes, de acordo com o seu estágio de desenvolvimento.

 

“Crescendo com os ‘Bebês’”

Na colônia das formigas (formigueiro), a grande quantidade de HJ (hormônio juvenil) durante os estágios de ovo e larva tem duas funções:

  1. Estimular o desenvolvimento da rainha;
  2. Aumentar o tamanho das operárias diferenciadas.

 

“Babá, Faxineira e Agricultora”

Em formigas Atta e Acromyrmex, as operárias são visivelmente diferentes, em relação ao tamanho. As menores são responsáveis pelos cuidados com: a prole, a retirada de lixo do interior da colônia, e o cultivo de fungos.

 

“Cozinheira, Policial e Enfermeira”

As operárias maiores são encarregadas do forrageamento (o ato de procurar alimento) e do combate à entrada de invasores e infeções na colônia.

 

“A Culpa é do Padrasto”

Um estudo feito com a espécie A. echinatior revela que operárias de mesma mãe e diferente pai podem apresentar desenvolvimento diferente e, consequentemente,  atividades distintas.

“Família de Sucesso”

As formigas estão incluídas em uma única família, Formicidae, com 12.585 espécies descritas, distribuídas por todas as regiões do planeta, exceto nos polos norte e sul. As formigas são o gênero animal de maior sucesso na história terrestre, constituindo de 15% a 20% de toda a biomassa animal que vive fora da água em nosso planeta.

 

“Parece Que Foi Ontem: Há 100 Milhões de Anos…”

Segundo cientistas da Universidade de Harvard, as formigas surgiram na Terra durante o período Cretáceo (há mais de 100 milhões de anos). Evoluíram a partir de vespas que tinham aparecido durante o período Jurássico. O estudo das formigas denomina-se mirmecologia.

 

“Se Você Acha Que Está Acima do Peso…”

Os entomolotistas (especialistas em insetos) estimam que a população de formigas é mais pesada que a humanidade. Se em um lado da balança colocarmos sete bilhões de humanos, e no outro lado colocarmos dez quatrilhões de formigas, veremos um grande desequilíbrio. E é isto mesmo: juntas, as pequeninas são muito mais pesadas do que todos os homens e mulheres reunidos na Terra:

(ilustração:)

7.000.000.000                 I                                             

     de seres humanos I 10.000.000.000.000.000

         de formigas

o peso de todas as formigas do planeta supera o peso da humanidade inteira. Isso que é presenca de peso!

 

 

 

“Doutoras em Engenharia Civil”

Nem todas as espécies de formigas constroem formigueiros. Mas a maioria faz autênticas obras de engenharia. Normalmente subterrâneas, estas “cidades” são  um complexo sistema de túneis e câmaras com funções especiais: armazenamento de alimentos, isolamento e descanso para a rainha, e proteção para o “berçário” – onde são tratadas as larvas.

 

“Gigante Estrangeiro”

No início da década de 2010, cientistas europeus descobriram um formigueiro gigante, com cerca de 6 mil quilômetros de extensão, ligando Portugal, espanha e   Itália. De acordo com os pesquisadores, a surpreendente colônia tem bilhões de indivíduos da espécie Linepithema humile, originária da Argentina e introduzida no continente europeu na década de 1930.

 

“Bem Alimentada”

Existe um tipo de formiga africana, a Dorylus wilverthi, que mede cerca de cinco centímetros. E nem é a maior espécie que já andou pelo nosso mundo: foram encontrados fósseis de uma formiga pré-histórica, batizada de Titanomyrma giganteum. O tamanho do bichinho? Seis centímetros e meio.

 

“Telepatia”

As formigas se comunicam muito bem com suas colegas de colônia. Por isso, cada formigueiro é considerado pelos especialistas como um ‘”superorganismo”, possuidor de uma única consciência.

 

“Escravidão”

Você se lembra de “Vida de Inseto”? A trama da animação da Pixar girava em torno de um formigueiro que era forçado a trabalhar para um bando de gafanhotos. Mas na vida real a coisa não é bem assim: as próprias formigas podem escravizar um formigueiro de outra espécie. Chamada de “dulosis”, essa prática consiste em roubar ovos e larvas do formigueiro vizinho e forçar os filhotes a trabalharem. Se eles não trabalham, são devorados.

 

Galinha Pintadinha

https://www.youtube.com/watch?v=78xEaW5GJ0g

 

Todos os direitos reservados aos seus respectivos autores

 

Bibliografia:

Buzzi, Zundir José, “Entomologia Didática”, editora UFPR, 2005

Infoescola.com

Revista Galileu

Ninha.bio.br

mundoestranho.abril.com.br

Wikipedia

Lacraia


Livre de Lacraias!

 

 

 

Apesar de seu veneno não ser muito perigoso para o ser humano, as lacraias, também conhecidas como centopeias ou escolopendras, são animais peçonhentos, podendo ter entre 15 e 177 pares de pernas, e que atuam com eficiência como predadores de outros insetos e até de animais de porte maior, tais quais anfíbios, pequenos camundongos e mesmo serpentes de pequeno porte. Esses animais podem chegar a 50 centímetros de comprimento de seu corpo achatado, possuindo ainda um par de antenas, dois pares de maxilas e duas patas adaptadas como mandíbulas inoculadoras de veneno. Você tem problemas com essa praga urbana? Então saiba mais a respeito da lacraia e como combatê-la.

 

 

 

 

As lacraias preferem ficar em locais úmidos, sob folhas, pedras e troncos, quando ao ar livre, fugindo da luz solar. Esse quilópode tem hábitos notívagos, saindo geralmente à noite para caçar suas presas, às quais imobiliza através da inoculação de veneno. Como qualquer animal rastejante e terrestre, a lacraia entra em sua casa ou apartamento por entre frestas, pequenos buracos, ou transportadas em objetos em que estejam escondidas.

Se você já se deparou com uma lacraia no banheiro, sabe que não é um encontro agradável. E esse é um dos locais preferidos do animal, além dos vasos de plantas e objetos que estejam abandonados, como tijolos e entulhos. Nas áreas residenciais, a lacraia procura os lugares que não recebam incidência direta de luz do sol e que sejam úmidos, não só para se proteger de predadores, mas também para evitar a desidratação.

 

 

 

Quais doenças transmitem

A mordida da lacraia é dolorida, mas pouco ofensiva ao ser humano. No entanto, ao se receber picadas do animal, deve-se ter acompanhamento médico, visto que as reações dependem da quantidade de mordidas e de veneno instilado, nunca se esquecendo de que a vítima pode apresentar alergia à toxina. O bicho não transmite doenças, a não ser que antes de picar o ser humano a lacraia tenha passado por esgotos e outros locais contaminados, e tal contaminação se combine à ferida da picada, infeccionando-a.

Marimbondo


Livre de Marimbondos!

 

 

 

Apesar de ser predador natural de muitas pragas urbanas, uma infestação de marimbondos também pode se tornar uma, pois eles podem transportar consigo uma diversidade de bactérias e outros microorganismos causadores de doenças além de que sua picada provoca uma dor muito intensa, vermelhidão, inchaço, inflamação local e, em casos de alergia, ansiedade, náuseas, sudorese, tremores, alterações na respiração e batimentos cardíacos, diarreia, dentre outros sintomas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Como ocorre uma infestação de marimbondos?

Os marimbondos coletam seus alimentos principalmente nas plantas e, por isso, esse é um dos maiores motivos que levam a uma infestação do inseto. Eles formam ninhos próximos às fontes de alimentação; quando o seu ninho está em um lugar muito alto, não oferece nenhum incômodo às pessoas, pois os marimbondos não são agressivos e só atacam quando se sentem ameaçados e, por isso, quando o ninho está baixo, suscetível a batidas a outras interferências, os marimbondos podem apresentar riscos. Cada marimbondo de um ninho é capaz de fundar outro, e, por isso, quando há uma oferta muito grande de alimentos, ocorrem infestações, que são a multiplicação dos ninhos.

 

 

 

 

 

 

 

Quais são os efeitos de uma picada de marimbondo?

Os maiores danos que o marimbondo pode causar ao ser humano é a sua picada. A ferroada do marimbondo libera um veneno que causa imensas dores e sensação de ardência no local. Apesar da dor causada, o veneno do marimbondo possui efeitos menos intensos que o da abelha. Alguns dos sintomas mais comuns do veneno do marimbondo são: inchaço local, mal-estar, ansiedade, sudorese, coceira, náuseas, tremores e vômitos. Pessoas que têm hipersensibilidade podem desenvolver alergias, alterações da respiração, pressão arterial, batimentos cardíacos, diarreia, vômitos e, em casos mais graves, pode chegar até mesmo à morte por asfixia decorrente dos inchaços que obstruem as vias respiratórias.

Moscas


LIVRE DE MOSCAS!

 

Você sabia que pode ficar livre de mosca? em humanos, aves/pombos/ratos, animais. (infestação nas escolas, verão)

 

O que é a mosca?

 

Benefícios para o ser humano?

 

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem a mosca?

 

Como a mosca se multiplica?

 

Onde mora a mosca?

 

Qual tipo de doença a mosca transmite?

 

Posso evitar mosca?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Mosca ambientalmente correto?

Mosca serve para alguma coisa?

Alguém come mosca?

Você acredita que este bicho é?

 

 

Mosca nas artes (teledramaturgia, cinema “The Fly” “A Mosca”, com Jeff Goldblum, teatro…)

Vida de Inseto, Bug’s Life, Dona Baratinha, Histórias da Dona Carochinha, Zezé Macedo no Sítio do Picapau Amarelo

signo de piolho, antigo egito, mitologia, música, inconsciente coletivo, significado da peste/de maldição/na Bíblia

Mosca Tsé tsé que causa a morte pelo sono

A doença do sono ou tripanossomíase africana (THA) é uma doença frequentemente fatal causada pelo parasita unicelular Trypanosoma brucei. Há duas formas: uma na África Ocidental, incluindo Angola e Guiné-Bissau, causada pela subespécie T. brucei gambiense, que assume forma crónica, e outra na África Oriental, incluindo Moçambique, causada pelo T. brucei rhodesiense. Ambos os parasitas são transmitidos pela picada da mosca tsé-tsé (moscas do gênero Glossina que são seu vetor de transmissão).[1]

 

2° lugar: Mosca do mal

 

Fonte da imagem: Reprodução/TopTenz.net

Apesar de ser uma mosquinha pequenina, parente das drosófilas que se proliferam junto às frutas, a Pseudacteon tem um comportamento bem sinistro. As fêmeas dessa espécie põem ovos nos corpos de formigas, e as pequenas larvas invadem as cabeças das coitadinhas e devoram os seus cérebros. O pior é que as formigas não morrem imediatamente, vagando durante dias feito verdadeiros zumbis até que suas cabeças eventualmente caiam.

 

 

 

  • 1
  • Agente etiológico
  • 2
  • Epidemiologia
  • 3
  • Progressão e sintomas
  •  

    Agente etiológico[editar | editar código-fonte]

    O T. brucei é um parasita eucariota unicelular cujo género inclui ainda o T. cruzi, que causa a doença de Chagas.

    O tripomastígota (comprimento de 20 micrómetros), a forma activa no sangue do Homem, tem núcleo central, uma única grande mitocôndria alongada, que contém ocinetoplasto, zona com o DNA mitocondrial. Tem ainda um flagelo que lhe dá mobilidade. A sua membrana celular ondulante (devido aos movimentos flagelares) é recoberta de glicoproteínas pouco imunogénicas, permitindo-lhe passar despercebido. As formas epimastígota e promastígota (formas na mosca tsé-tsé) são mais condensadas. Contêm ainda glicossoma, grânulos ricos em glicogénio.

    O T.brucei rhodesiense que causa a variante oriental. O T. brucei não causa doença em seres humanos, mas causa a doença nagana em alguns animais domésticos.

    A glicoproteína que o parasita exprime na sua membrana é reciclado continuamente com outros tipos de glicoproteína (codificados pela família de mais de mil genesVSSA, dos quais em um momento apenas um está a ser transcrito). A mudança dos antigénios externos permite-lhe escapar largamente ao sistema imunitário, pois quando anticorpos específicos contra um tipo de glicoproteína já estão fabricados, ele já mudou o gene que exprime e a glicoproteína já é outra.

    Ciclo de vida[editar | editar código-fonte]

    O parasita existe na saliva das mosca Aniel e é injetado quando estas se alimentam de sangue humano. Ao contrário do seu primo americano, o tripomastigota T. brucei não invade as células (nem assume forma de amastigota), alimentando-se e multiplicando-se enquanto tripomastigota nos fluidos corporais, incluindo sangue e fluido extracelular nos tecidos. Uma nova mosca Glossina é infectada quando se alimenta de individuo contaminado. Ao longo de cerca de um mês, o parasita assume várias formas (epimastigota principalmente) enquanto se multiplica no corpo da mosca, invadindo finalmente as glândulas salivares do insecto (as moscas vivem cerca de 6 meses).

    Epidemiologia[editar | editar código-fonte]

 

Mortes por 100000 na população devido à tripanossomíase africana por país em 2002.[2]

A doença do Sono ocorre apenas na África, nas zonas onde existe o seu vector, a mosca Aniel. Não existe naÁfrica do Sul nem a norte do deserto Saara.

A subespécie gambiense existe apenas a oeste do vale do grande rift africano, nas florestas tropicais, sendo um problema grave em países como os Congos (antigo Zaire), Camarões e Norte de Angola. A transmissão é principalmente de humano para humano, com menor importância dos reservatórios animais. As moscas transmissoras são as Glossina palpalis, que se concentram junto aos rios, lagos e poços.

A subespécie rodesiense existe a leste do grande rift, principalmente na região dos grandes lagos, nas savanas:Tanzânia, Quénia, Uganda e Norte de Moçambique. Os antilopes, gazelas e animais domésticos são reservatórios importantes do parasita. Transmitido pelas moscas Glossina morsitans.

Progressão e sintomas[editar | editar código-fonte]

Após a picada infecciosa, o parasita multiplica-se localmente durante cerca de 3 dias, desenvolvendo-se por vezes uma induração ou inchaço edematoso, denominado de cancro tripanossómico, que desaparece após três semanas, em média. O inchaço não surge na grande maioria dos casos de infecção pelo T. gambiense e apenas em 50% dos casos de infecção com T. rodesiense.

O parasita dissemina-se durante 1-2 semanas (T. gambiense) ou 2-3 semanas (T. rodesiense) da picada pelo corpo do doente. O T. gambiense produz muito mais alta parasitemia que o T. rodesiense. Os sintomas são todos durante as fases de replicação ou parasitemia. Os parasitas multiplicam-se no sangue, a maioria com uma mesma glicoproteína de membrana. No entanto alguns poucos trocam a glicoproteína por outra de dentro do seu leque de 1000 genes para essas proteínas, num processo aleatório. Quando o sistema imunitário produz anticorpos específicos contra a glicoproteína dominante, a maioria dos parasitas é destruída, mas não os poucos que, por acaso já tinham trocado a glicoproteína que usam.

Os sintomas cessam, mas os parasitas com a glicoproteína diferente não são afectados pelos anticorpos produzidos e multiplicam-se, gerando nova onda parasitémica e de sintomas. Então são produzidos novos anticorpos contra a nova glicoproteína dominante, que mais tarde são eficazes em destruir a maioria dos parasitas exceto aqueles poucos que já trocaram novamente a glicoproteína que usam, e assim por diante.

O resultado são ondas de multiplicação e sintomas agudos que vão aumentando até originar sintomas do tipo crônico, após muitos danos. A grande quantidade de anticorpos produzidos leva à formação de complexos dessas proteínas, que

 

 

 

 

activam o complemento e causam também directamente danos nos endotélios dos vasos e nos rins. Os danos nos vasos geram os edemas, e microenfartes no cérebro, enquanto a anemia é devida à destruição acidental pelo complemento das eritrócitos.

Os sintomas iniciais e recorrentes são a febre, tremores, dores musculares e articulares, linfadenopatia (ganglios linfáticos aumentados), mal estar, perda de peso, anemia e trombocitopenia (redução do número de plaquetas no sangue). Na infecção por T. rodesiense pode haver danos cardíacos com insuficiência desse órgão. Há frequentemente hiperactividade na fase aguda.

Mais tarde surgem sintomas neurológicos e meningoencefalite com retardação mental. Na infecção por T. gambiense a invasão do cérebro é geralmente após seis meses de progressão, enquanto o T. rodesiense pode invadi-lo após algumas semanas apenas. Sintomas típicos deste processo são as convulsões epilépticas, sonolência e apatia progredindo para o coma. A morte segue-se entre seis meses a seis anos após a infecção para o T. gambiense, e quase sempre antes de seis meses para o T. rodesiense. O Trypanosoma brucei é um dos parentes do Trypanosoma cruzi (causador da Doença de chagas).

Diagnóstico e tratamento[editar | editar código-fonte]

O diagnóstico é geralmente pela detecção microscópica dos parasitas no sangue ou líquido cefalo-raquidiano. Também se utiliza a inoculação do sangue em animais de laboratório, se a parasitemia for baixa, ou a detecção do seu DNA pela PCR.

Na fase aguda, o tratamento com pentamidina é eficaz contra T. gambiense, e a suramina contra T. rhodesiense. No entanto a resistência é crescente a estes fármacos. Na fase cerebral, já poderá haver danos irreversíveis. É necessário usar o tóxico melarsoprol, que mata sem ajuda do parasita 1–10% dos doentes, ou no caso do T. gambiense, a eflornitina.

A doença do sono, por afetar principalmente os muito pobres em áreas igualmente pobres, é considerada como “extremamente negligenciada” pela iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas.

Prevenção[editar | editar código-fonte]

As Glossina, ao contrário de quase todos os outros insectos que picam humanos, são mais activas de dia, logo dormir com redes apesar de aconselhado, não protege tanto como protege contra malária, cujo mosquito é noturno. É necessário usar roupas que cobrem a maioria da pele e sprays repelentes de insetos. O uso de aparelhos elétricos luminosos que atraem e matam as moscas é útil. A destruição das populações de moscas é eficaz para a erradicação da doença.

 

 

 

 

Referências

  1. Ir para cima
  2. Organização Mundial de Saúde. Comité Regional Africano. Controlo da Tripanossomíase Humana Africana: estratégia para a região africana. Maputo, Moçambique, 22-26 de Agosto de 2005.
  3. Ir para cima
  4. WHO mortality and health data and statistics, acessado em 10 de fevereiro de 2009.

Mosquitos


LIVRE DE MOSQUITOS!

 

 

 

 

Não somos inimigos dos mosquitos. Somos inimigos das doenças e dos males que os mosquitos causam. Afinal, estes animais são considerados pela ciência como os maiores causadores de mortes na Terra!  

 

Dengue, febre amarela, zika, chikungunya, malária (impaludismo) e febre do Mayaro são algumas das doenças que matam e que são transmitidas pelos mosquitos.

 

Os mosquitos pertencem à Classe Insecta, Ordem Diptera, Subordem Nematocera. Os maiores transmissores de doenças pertencem à Família Culicidae e são mosquitos sugadores de sangue, conhecidos por pernilongos ou muriçocas.

 

“Mais Feroz que Leão, Cobra e Tubarão Juntos!”

Nem tubarões, nem cobras ou leões. Dentre os animais mortíferos, os mosquitos são os mais perigosos do mundo. Eles podem ser pequenos e frágeis, mas sua capacidade de transportar e transmitir doenças causa milhões de mortes anualmente ao redor do mundo. Só a malária provocou 438 mil mortes em 2015, de acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Os competidores  destes insetos podem ser grandes, fortes e assustadores, mas não fazem nem um terço de suas vítimas fatais: cobras fazem cerca de 125 mil vítimas por ano no mundo todo, leões fazem 200 vítimas e tubarões apenas 55, de acordo com dados da OMS.

 

“Lista do Mal”

Diversos vírus são transmitidos por mosquitos e outros artrópodes – os chamados “arbovírus”. Os mais conhecidos são os Aedes e o Culex. A lista de doenças que podem ser transmitidas é enorme: desde as mais conhecidas, como dengue, zika e chikungunya, até as mais exóticas, como febre do Nilo ocidental e filariose, passando por malária, febre amarela e leishmaniose. Algumas não causam mais do que um mal-estar que se assemelha a gripe comum, mas muitas podem ser fatais.

 

“Pequeno Grande Assassino”

Existem mais de duzentas espécies de mosquitos. Uma das mais nocivas é o Aedes aegypti. Com apenas sete milímetros, é um dos menores e mais perigosos. Transmite várias doenças, como dengue, zika, chikungunya e febre amarela.

De janeiro de 2014 até dezembro de 2017 são mais de 4 milhões de casos de dengue, zika e chikungunya registrados no Brasil. Uma tragédia sanitária!

 

Sintomas das Três Doenças: Dengue, Zika, Chikungunya

Dor de cabeça, náuseas, febre e dores espalhadas pelo corpo. São sintomas que podem ser de uma simples gripe ou das temidas dengue, zika e chikungunya, – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.

Dengue – os principais sintomas são febre acima dos 38º C por mais de cinco dias, dores intensas atrás dos olhos e na cabeça, cansaço, dores fortes nos músculos, falta de apetite e manchas vermelhas na pele. Sua versão mais radical e perigosa, a dengue hemorrágica, pode provocar sangramentos na boca, gengivas e nariz, dificuldade de respiração, fortes dores abdominais, confusão mental, boca seca e sede constante.

Zika – muito temido pelas grávidas, o zika vírus tem como sintomas mais característicos dor de cabeça moderada, coceira intensa pelo corpo, surgimento de manchas vermelhas na pele, dor nos ossos e nos músculos, dor de cabeça e crescimento exagerado dos gânglios. Há a possibilidade de ainda vir acompanhada de conjuntivite.

 

Além da transmissão por meio do Aedes aegypti, o zika também pode ser passado de mãe para filho – causando microcefalia. Transplante de órgãos e de medula óssea, transfusão sanguínea e o ato sexual são outras formas pelas quais a doença pode ser contraída

Chikungunya com sintomas bastante similares, como febre, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, a chikungunya também provoca náusea e inchaços nas articulações das pessoas infectadas. E justamente por conta desse inchaço, as dores costumam ser mais intensas, principalmente nas mãos e nos pés.

Como recomenda o Ministério da Saúde, ao apresentar alguns desses sintomas, procure logo um serviço de saúde e não tome medicamentos por conta própria. Dor abdominal intensa e vômitos persistentes são sinais de alarme.

 

Dengue no Mundo: Mais de 5% da População Doente

Dentre os males transmitidos pelos mosquitos, a dengue é o que registra o maior número de casos: cerca de 390 milhões de infecções por ano, dos quais 96 milhões se manifestaram clinicamente. De acordo com a OMS, a dengue é endêmica em mais de 128 países, com cerca de 3,8 milhões de pessoas em risco.  

Segundo pesquisa do IBGE, cujo resultado foi divulgado em agosto de 2017, a população brasileira é de 207,7 milhões de habitantes. Se multilicarmos por dois, chegamos a cerca de 415 milhões de pessoas. Ou seja, o número de cidadãos infectados com dengue na Terra não está muito longe: são 390 milhões por ano! Quase dois Brasis doentes. Mais de cinco por cento da população do planeta. De acordo com a publicação “The World Population Prospects: The 2017 Revision”, de junho de 2017, já somos 7,6 bilhões de seres humanos.

 

Dengue no Brasil

Em nosso país, o ano de 2015 permanece recordista no registro de casos. Foram mais de um milhão e meio de pessoas infectadas. No total, 1.649.008 adoeceram por causa do mosquito. Isto significa quase a população inteira da Grande Vitória, região metropolitana da capital capixaba, que tem 1.960.213 habitantes.

Em 2017 foram registrados quase 300 mil casos em todo o território nacional.

 

Da Febre à Morte

Apesar dos números assustadores, na maioria das vezes essas doenças se apresentam de forma leve ou moderada. Porém, alguns casos podem ser graves. Embora a dengue clássica raramente tenha consequências sérias, a dengue hemorrágica pode levar à morte.

 

Chikungunya no Continente Americano

A Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) registrou mais de 40 mil casos de chikungunya (ou febre chicungunha) nas Américas, em 2017.

No Brasil, são mais de 200 mil casos de chikungunya desde que a doença começou a ser monitorada no ano de 2014.

 

Chikungunya Verde e Amarela”

Os 265.554 casos de chikungunya registrados em 2016 representam um aumento de 589,7% em relação aos 38.499 casos registrados em 2015. O vírus foi identificado pela primeira vez no Brasil em 2014. O número de mortes pela doença aumentou em 1.035% de 2015 para 2016: de 14 para 159.

A incidência de chikungunya no país em 2016 foi de 129,9 casos por 100 mil habitantes. A região com maior incidência foi o Nordeste, com 407,7 casos por 100 mil habitantes.

 

“Curva do Mal”

A febre chikungunya é uma doença infecciosa causada pelo vírus CHIKV e transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. Caracteriza-se, principalmente, por febre alta (cerca de 39ºC) e fortes dores nas articulações.

O primeiro caso foi detectado no ano de 1952, na Tanzânia, e o termo “chikungunya” deriva do swahili, um dos idiomas do país. Significa “aqueles que se dobram”, devido à curvatura com que os pacientes podem atingir por conta das intensas dores causadas pela doença. Em solo brasileiro, a doença foi confirmada apenas em 2014.

É estimado que a doença ocasiona 3 milhões de infecções por ano em todo o mundo. Em nosso país, estima-se que entre 2014 e 2017 mais de 100 mil casos de chikungunya foram notificados ao Ministério da Saúde. Entretanto, o pesquisador Carlos Brito, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco), diz que esses números podem ser maiores, uma vez que muitos diagnósticos são feitos erroneamente, classificando chikungunya como dengue.

“Viagem Maldita”

Até chegar à América do Sul, o vírus passou por países como Quênia, Comores, Ilhas Reunião e demais ilhas do oceano Índico. Em 2006, chegou à Índia, Sri Lanka, Ilhas Maldivas, Cingapura, Malásia e Indonésia. Em 2007, o chikungunya foi identificado na Itália, e em 2010 teve casos relatados na França e nos Estados Unidos.

Zika

Até o fim de 2017, a zika apresentou mais de 100 mil casos. Foi identificada no Brasil pela primeira vez em abril de 2015. Os casos só passaram a ser notificados a partir do final de 2015. Não era uma doença mortal e passou a ser. especialistas estudando.

Crueldade Contra os Bebês

O principal risco da zika é a infecção de mulheres grávidas, o que pode acarretar microcefalia* e outras complicações nos bebês. Além disso, o vírus da zika também está associado à síndrome de Guillain-Barré (doença rara em que o sistema imunológico ataca células dos nervos periféricos, causando fraqueza muscular e perda de sensibilidade e de movimentos).

  • microcefalia – Microcefalia é uma condição neurológica rara. A cabeça e o cérebro são significativamente menores que os de outras crianças da mesma idade e do mesmo sexo. A microcefalia normalmente é diagnosticada no início da vida e é resultado do cérebro não crescer o suficiente durante a gestação ou após o nascimento. Crianças com microcefalia têm problemas de desenvolvimento. Não há uma cura definitiva para a microcefalia, mas tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida. A microcefalia pode ser causada por uma série de problemas genéticos ou ambientais.

 

Febre Amarela

A febre amarela é uma doença hemorrágica viral aguda endêmica nas zonas tropicais da África e nas Américas Central e do Sul, incluindo o Brasil. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), no mundo inteiro anualmente cerca de 130 mil casos de febre amarela são notificados, sendo 44 mil mortes.

 

Malária: Ameaça a 40% da População Mundial

De todas essas doenças transmitidas por mosquitos, a malária é a mais perigosa. É a principal causa parasitária de morbidade e mortalidade em todo o mundo, especialmente nos países em desenvolvimento, onde há sérios problemas econômicos e sociais.

Em 2015, mais de 3,2 bilhões de pessoas estavam em risco, de acordo com dados da OMS (Organização Mundial da Saúde). Isto significa quase 40% da população mundial, que é de 7,6 bilhões de habitantes. Estimativas da Organização também apontam que houve 214 milhões de novos casos de malária no mundo todo em 2015. A doença, transmitida pelo mosquito Anopheles (“primo” do Aedes aegypti), é endêmica em 107 países. Se não tratada a tempo, a doença pode se agravar e levar a convulsões, delírio, anemia, insuficiência renal, edema pulmonar, coma e óbito. Não existe vacina para malária, mas o tratamento com agentes antimaláricos geralmente é eficiente e seguro – quando feito rapidamente e de forma correta.

 

“Não Pega Praia. Pega Você!”

É no verão que os mosquitos encontram as condições ideais para se multiplicarem mais rápidamente, aumentando o risco de proliferação. Com maior concentração de chuvas e sol, a estação é propícia para a multiplicação desses insetos, que se reproduzem em apenas seis dias durante o calor. No inverno, a reprodução demora mais: chega a 12 dias.

Por isso, é preciso redobrar os cuidados com a prevenção. A melhor forma de evitar doenças é combater o mosquito, eliminando criadouros nas casas, no trabalho, na escola, no lazer e nas áreas públicas. E essa é uma tarefa de todos!

 

Há pouco tempo, falava-se que esse mosquito preferia água limpa para depositar seus ovos. Agora, sabe-se também que pode ser na água suja.

 

“Atração Fatal”

O mosquito gosta de água parada. Prefere água limpa, com certeza. Mas, se não tiver, vai depositar os ovos na água que encontrar. Lembrando que precisa de uma superfície para depositar os ovos. Por isso que o lixo jogado serve como essa superfície fixa. E, havendo acúmulo de água, haverá a proliferação do vetor.

 

Grávidas e Recém-nascidos

É importante que a gestante faça, principalmente, a prevenção através da eliminação de qualquer criadouro que exista em casa. Depois, é necessário proteger-se com vestuário adequado. Primeiramente, o uso de roupas de mangas longas e calças compridas, de preferência de cores claras, já que as cores escuras atraem insetos. Nas partes do corpo que ficarem expostas, é preciso utilizar os repelentes recomendados pelo Ministério da Saúde e pelo médico.

 

Por que o Brasil está perdendo esta guerra contra o Aedes aegypti?

Primeiro, por conta da nossa postura como cidadão, de não verificarmos a nossa residência semanalmente, o nosso entorno, os locais onde trabalhamos, vivemos e passamos. Não só fazer denúncias. Precisamos pensar no que nós podemos fazer para mudar essa situação.

 

 

 

“Halterofilista”

Como os outros membros da ordem Diptera, os mosquitos têm um par de asas e um par de halteres.

 

“O Poder Feminino!”

Em geral, mosquitos e pernilongos apresentam dimorfismo sexual acentuado: as fêmeas têm antenas pilosas (peludas) e são muito maiores que os machos, que apresentam antenas plumosas (plumas).

Em biologia, dimorfismo é a diferença na cor, no tamanho e nos “adornos” que os dois sexos de uma espécie têm, além das diferenças genitais. Ou seja: o mosquito e a “mosquita” são bem diferentes entre si.

 

“Vampiras”

Somente a fêmea pica o homem para sugar sangue (hematofagia), que é o alimento necessário à maturação dos ovos. Machos e fêmeas do Aedes aegypti alimentam-se de substâncias açucaradas, como néctar e seiva. Mas como o macho não produz ovos, não necessita de sangue.

 

Na maioria das espécies de mosquitos, as fêmeas são hematófogas – sugam sangue de outros animais. Por isso que têm a fama de serem o mais mortífero vetor de doenças conhecido pelo o homem, matando milhões de pessoas ao longo de milhares de anos.

 

Regionalismos   “Báscula ou Basculante? Abóbora ou Jirimun?”

Em várias partes do Brasil, faz-se distinção entre mosquito e pernilongo: o primeiro refere-se a pequenas moscas, como asdrosófilas, enquanto que o segundo, além dessa denominação, é também referido como “muriçoca”. Na maioria dos estados da Região Norte do Brasil, este pernilongo chama-se “carapanã”. As fêmeas do pernilongo são também conhecidas como “melgas” ou “trompeteiros”.

Etimologia

“Mosquito” vem do latim musca. “Pernilongo” é uma referência às longas pernas do inseto. “Mosquito-prego” é uma referência a sua picada que se assemelha à perfuração de um prego. “Muriçoca”, “meruçoca” e “muruçoca” são oriundos do tupimuri’soka. “Carapanã” vem do tupi karapa’nã. “Carapanã-pinima” vem da junção dos termos tupis karapa’nã (“mosquito”) epi’nima (“pintado). “Fincão” e “fincudo” vem de “fincar” e são uma referência a sua picada. “Sovela” é uma referência ao instrumento cortante homônimo utilizado pelos sapateiros e correeiros, numa alusão à picada dos insetos. “Perereca” vem do gerúndio do tupi pere’reg, “ir aos saltos” e é uma alusão ao hábito do inseto de pular de um lugar para outro para fugir de seus inimigos. “Bicuda” é uma alusão à sua picada.

 

 

 

 

“Velho Inimigo do Homem”

A ciência acredita que os mosquitos tenham evoluído há cerca de 170 milhões de anos. O primeiro registro conhecido data do período Jurássico (199-144 milhões de anos atrás). Os mais antigos fósseis são do era Cretácea (144-65 milhões de anos atrás). Os entomologistas (especialistas em insetos) creem que os mosquitos  tenham evoluído na América do Sul, espalhando-se inicialmente para o norte do continente Laurásia e reentrando nos trópicos.

 

Biologia

Hábitos alimentares

Nos chamados mosquitos a probóscide (tromba) está adaptada para a sucção de líquidos como néctar, seiva ou sangue. Ambos os sexos se alimentam de néctar, mas a fêmea também é capaz de haematofagia (beber sangue). Fêmeas não precisam de sangue para sobreviver, mas precisam de substâncias suplementares (como proteínas e ferro) para o desenvolvimento e postura dos seus ovos, menos a sub familia Toxorhynchitinae que é constituida de larvas predadoras.

 

Anatomia

O mosquito é composto por cabeça, tórax e abdômem. O corpo é composto de uma série de segmentos. A cabeça é, na sua maior parte, formada por olhos e probóscide. Cada olho é constituído por muitas e minúsculas lentes que formam um olho composto. Este tipo de olho permite um grande campo de visão que facilita a deteção de movimentos. O probóscide é o aparelho perfurante usado para sugar sangue de suas presas. O tórax tem um par de asas e um par de halteres. No abdómen se encontra o intestino posterior e as gônodas.

 

“Vida Filosófica”

No ciclo de vida do mosquito há metamorfose completa, com quatro fases distintas: ovo, larva, pupa, e adultos. Este roteiro foi primeiramente descrito pelo filósofo grego Aristóteles.

 

Ovo

A fêmea do mosquito põe seus ovos, um de cada vez ou juntos em jangadas com uma centena ou mais, numa superfície fresca ou quaisquer águas estagnadas. Os mosquitos Anopheles e Aedes não fazem ovo jangadas mas põe seus ovos separadamente.Culex, Culiseta e Anopheles põe os seus ovos na água enquanto Aedes põe seus ovos em solo úmido que é periodicamente alagado pela água. A maioria dos ovos eclodem em larvas em cerca de 48 horas

 

Larva

Os ovos incubados transformam-se em larvas que vivem na água, próximo à superfície, para respirar o ar atmosférico. A primeira fase larval é conhecida como o primeiro estágio. Com o crescimento ocorrem as mudas, cerca de quatro vezes, que cresce após cada muda. Após a primeira muda ocorre o segundo estágios e, em seguida, o terceiro estágio, depois o quarto. A maioria das larvas utiliza o sifão, que é um tubo ligado à superfície da água para respirar. As larvas Anopheles não têm um sifão e por isso se mantém paralelas à superfície da água. As larvas comem microrganismos e matéria orgânica na água. Elas podem viver na água de 7 a 14 dias, dependendo da temperatura. O comprimento das três primeiras etapas (ou estágios) depende da espécie e da temperatura, com temperaturas mais baixas há o aumento da duração da fase de desenvolvimento.

Pupa

As pupas são mais leves que a água e flutuam sobre a superfície, enquanto ocorre a metamorfose da larva do mosquito em um mosquito adulto durante cerca de dois dias. Não apresentam boca e durante este período o mosquito não se alimenta e utiliza as reservas de energia acumuladas durante o período larvar.

Adulto

Os adultos recém emergidos do estado de pupa devem repousar sobre a superfície da água por um curto espaço de tempo para permitir que o seu exoesqueleto se seque e todos os seus componentes endureçam antes que possa voar.

 

 

 

 

 

Dramaturgia

Mosquito no cinema

 

A scientist and her subject turn into mutant insects.

Director: Tibor Takács

Writers: Kenneth M. Badish (story) (as Ken Badish), Ray Cannella(story)

Stars: Corin Nemec, Musetta Vander, Matt Jordon

 

Mosquito (1994)

R | 1h 32min | Horror, Sci-Fi | 21 November 1994 (Japan)

 

A violent massacre caused by human-sized mosquitoes forces the lone survivors to band together in a fight for survival as the mosquitoes continue their onslaught.

Director: Gary Jones

Writers: Tom Chaney, Steve Hodge

Stars: Gunnar Hansen, Ron Asheton, Steve Dixon

 

Bibliografia:

 

Consoli RAGB, Lourenço-de-Oliveira R. (1994). “Principais mosquitos de importância sanitária no Brasil” (PDF). Editora Fundação Instituto Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Brasil.

Corrêa RR, Ramalho GR. Revisão de Phoniomyia Theobald, 1903. Folia Clínica et Biológica, 1956,25:1-176

Forattini OP. Culicidologia médica: identificação, biologia, epidemiologia v.2. EDUSP São Paulo, 2002.

Peryassú AG. Os Culicídeos do Brasil. Trabalho do Instituto de Manguinhos. Typographia Leuzinger, Rio de Janeiro, RJ, Brasil, 1908,322-407

Referências

Ferreira, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986.

 

websites:

G1

R7

Fiocruz

Infoescola

Minhavida

Ministeriodasaude

Minutosaudavel

«Tiny Mosquito: Understanding the Mosquito». Consultado em 19 de maio de 2007

Molavi, Afshin (12 de junho de 2003). «Africa’s Malaria Death Toll Still “Outrageously High”». National Geographic. Consultado em 27 de julho de 2007Dicionário Aurélio de Língua Portuguesa, ed. Nova Fronteira

Dicionário Online de Português,http://www.dicio.com.br/carapana_2/ 10 de Janeiro de 2010

Kantar Health                                                                                                            Bhatt                                                                                                                              Revista Nature

OMS

OPAS

Wikipedia

Percevejo


Livre de Percevejos!

 

 

 

Os percevejos (Hemiptera, Pentatomidae) são considerados no complexo de pragas da soja as de maior risco para a cultura. As ninfas, a partir do terceiro ínstar, e os adultos podem causar grandes danos à cultura a partir da fase de formação das vagens até o final do desenvolvimento das sementes (R3 a R7). Por isso representam um perigo na reta final do cultivo, quando se definem o rendimento e a qualidade da semente. 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com as suas picadas, para se alimentarem, os percevejos atingem diretamente os grãos em formação. O dano direto varia, dependendo do estágio em que se encontra o grão ao ser picado, desde a inviabilização total da semente, por abortamento, até a redução do vigor e potencial germinativo. Como danos indiretos são citados a transmissão de doenças fúngicas e a indução de um distúrbio fisiológico que afeta a maturação normal das plantas atacadas, permanecendo estas com as folhas verdes ao final do ciclo. Isto causa problemas na colheita, pelo excesso de umidade no processo de trilha e no produto colhido. O resultado final é prejuízo, pela queda no rendimento e qualidade e, no caso de produção de sementes, pela sua inviabilização. 

 

 

 

 

 

 

 

São três as espécies principais de percevejos-praga da soja: o verde (Nezara viridula), o pequeno (Piezodorus guildinii) e o marrom (Euschistus heros). Um quarto percevejo, de menor importância na soja, mas que nos últimos anos, com a safrinha de milho, adquiriu importância nesta cultura, é o barriga-verde (Dichelops furcatus).

O percevejo-verde ocorre com maior freqüência ao sul do Trópico de Capricórnio, correspondendo à Região Sul do Brasil. As fêmeas depositam seus ovos, de cor bege, na face inferior das folhas, agrupados em forma de mini-colméia, com 50 a 100 ovos cada. As ninfas, ao eclodirem, têm coloração preta e manchas claras sobre o dorso, permanecendo agrupadas até o segundo ínstar. Somente a partir do terceiro começam a se alimentar dos grãos da soja. O período ninfal, dividido em 5 ínstares, dura de 15 a 20 dias, dependendo de alimentação e temperatura. O adulto, com 12 a 15 mm de comprimento, é inteiramente verde. Pode sobreviver até 50 dias, em boas condições de alimentação e ambiente. 

Piolho


Livre de Piolhos!

 

 

 

Os piolhos são insetos sem asas, de coloração escura, tamanho pequeno e que se alimentam exclusivamente de sangue humano. Pertencem a Ordem Anoplura e também são chamados de piolhos sugadores. Seus ovos são endurecidos e de coloração branco perolada e são vulgarmente conhecidos por lêndias. Estas são depositadas no fio de cabelo, próximo ao couro cabeludo. Os locais preferidos para postura são no cabelo da região da nuca e próximo as orelhas, porém, as lêndias podem ser encontradas aderidas aos fios de cabelo de toda a cabeça. Após cinco a quatorze dias da postura dos ovos nascem as ninfas, que são muito semelhantes aos piolhos adultos. Estas crescem e trocam de pele três vezes, isto é, sofrem três mudas antes de atingirem o estágio adulto. Quando adultas, as fêmeas depositam de 50 a 100 ovos antes de morrer. O ciclo de vida completo de um piolho dura aproximadamente um mês.

 

 

 

 

 

 

 

 

As ninfas e adultos do piolho alimentam-se diversas vezes ao dia, isto é, sugam o sangue da pessoa infestada. Ao sugarem, injetam saliva dentro da ferida para prevenir a coagulação do sangue, por isso ocasionam a coceira. Porém, esta só se inicia após algumas semanas da picada, indicando que, quando ela ocorre, a pessoa já está com piolhos há pelo menos um mês. Os piolhos não transmitem doenças, são simplesmente um incômodo para a pessoa infestada.

É muito comum crianças serem infestadas por piolhos. A infestação ocorre através de contato direto com objetos infestados com piolhos, tais como chapéus, escovas de cabelo, pentes, travesseiros, encostos de cadeiras, assentos de carros ou contato com pessoas com piolho.

 

 

 

 

 

 

 

O controle convencional se faz pelo uso de shampoos, ou loções próprias para o tratamento de piolhos, que matam tanto as lêndias quanto os piolhos. Leia com muita atenção as instruções de uso ou consulte um médico antes da utilização de qualquer produto. Mulheres grávidas não devem utilizar produtos para o controle de piolhos, entretanto, o uso do pente fino para retirar os adultos e a catação de lêndias é ainda é a forma mais eficaz de se controlar esses insetos. Durante e após o tratamento, toda a roupa de cama e toalhas de banho da pessoa infestada devem ser lavados com água bem quente.

Ao notar infestação por piolhos em uma criança, esta deve evitar ir à escola até que o problema esteja resolvido. Crianças devem ser periodicamente vistoriadas para observar a presença de piolhos.

Pombo


Livre de Pombos!

 

 

 

Os piolhos são insetos sem asas, de coloração escura, tamanho pequeno e que se alimentam exclusivamente de sangue humano. Pertencem a Ordem Anoplura e também são chamados de piolhos sugadores. Seus ovos são endurecidos e de coloração branco perolada e são vulgarmente conhecidos por lêndias. Estas são depositadas no fio de cabelo, próximo ao couro cabeludo. Os locais preferidos para postura são no cabelo da região da nuca e próximo as orelhas, porém, as lêndias podem ser encontradas aderidas aos fios de cabelo de toda a cabeça. Após cinco a quatorze dias da postura dos ovos nascem as ninfas, que são muito semelhantes aos piolhos adultos. Estas crescem e trocam de pele três vezes, isto é, sofrem três mudas antes de atingirem o estágio adulto. Quando adultas, as fêmeas depositam de 50 a 100 ovos antes de morrer. O ciclo de vida completo de um piolho dura aproximadamente um mês.

 

 

 

 

 

 

 

 

As ninfas e adultos do piolho alimentam-se diversas vezes ao dia, isto é, sugam o sangue da pessoa infestada. Ao sugarem, injetam saliva dentro da ferida para prevenir a coagulação do sangue, por isso ocasionam a coceira. Porém, esta só se inicia após algumas semanas da picada, indicando que, quando ela ocorre, a pessoa já está com piolhos há pelo menos um mês. Os piolhos não transmitem doenças, são simplesmente um incômodo para a pessoa infestada.

É muito comum crianças serem infestadas por piolhos. A infestação ocorre através de contato direto com objetos infestados com piolhos, tais como chapéus, escovas de cabelo, pentes, travesseiros, encostos de cadeiras, assentos de carros ou contato com pessoas com piolho.

 

 

 

 

 

 

 

O controle convencional se faz pelo uso de shampoos, ou loções próprias para o tratamento de piolhos, que matam tanto as lêndias quanto os piolhos. Leia com muita atenção as instruções de uso ou consulte um médico antes da utilização de qualquer produto. Mulheres grávidas não devem utilizar produtos para o controle de piolhos, entretanto, o uso do pente fino para retirar os adultos e a catação de lêndias é ainda é a forma mais eficaz de se controlar esses insetos. Durante e após o tratamento, toda a roupa de cama e toalhas de banho da pessoa infestada devem ser lavados com água bem quente.

Ao notar infestação por piolhos em uma criança, esta deve evitar ir à escola até que o problema esteja resolvido. Crianças devem ser periodicamente vistoriadas para observar a presença de piolhos.

Pulga


LIVRE DE PULGAS!

 

 

As pulgas são um problema doméstico comum, especialmente quando há cães ou gatos. Também se encontram frequentemente em casas onde já existiram animais de estimação.
Apesar da possibilidade de que pulgas transmitam doenças, isso é muito raro neste país. A principal preocupação é a angústia provocada pelas picadas das pulgas em pessoas e animais de estimação.

 

 

 

 

 

 

 

Há muitas espécies de pulgas, mas a maior parte tem entre 2 e 3 mm de comprimento e cor vermelha

 ou castanha. 

As pulgas adultas perfuram a pele dos mamíferos e das aves para se alimentarem de sangue. Mas as larvas alimentam-se da matéria orgânica que costuma existir em tapetes e roupa de cama, sendo que uma boa higiene pode atrasar o ciclo de vida delas.

 

 

 

 

 

As pulgas podem ser vetores de doenças ou transmitir vermes parasitas.
A infeção mais grave que pode ser espalhada é a peste bubônica, transmitida aos seres humanos por pulgas de ratos (Xenopsylla cheopis) carregando o bacilo patógeno de ratos infetados. No passado, as pulgas foram responsáveis ​​por grandes epidemias da doença, especialmente na Grande Peste de Londres 1665. As pulgas dos ratos também podem transmitir p tifo murino e, devido à sua facilidade para atacar seres humanos e ratos, as pulgas são, provavelmente, os principais vetores de doenças. A pulga do cão é um hospedeiro intermediário da ténia cão (Dipylidium caninum), cujo hospedeiro vertebrado é geralmente o cão (ou o gato), que por sua vez pode ser transmitida aos seres humanos.

Rato


LIVRE DE RATOS!

 

Os roedores (do latim científico Rodentia) constituem a mais numerosa ordem de mamíferos com placenta contendo mais de 2000 espécies, o que corresponde a cerca de 40% das espécies da classe dos mamíferos. A maior parte são de pequenas proporções, o camundongo-pigmeu Africano tem 6 cm de comprimento e pesa 7 g. Por outro lado, o maior deles, a capivara, pode pesar até 80 kg. Acredita-se que o extinto Phoberomys pattersoni teria pesado 700 kg. Roedores são encontrados em grande número em todos os continentes, exceto a Antártida, na maioria das ilhas e em todos os habitats, com exceção dos oceanos. Juntamente com os morcegos (Chiroptera), foram os únicos mamíferos placentários a colonizar a Austráliaindependentemente da introdução humana.

Ecologicamente são muito diversos. Algumas espécies passam a vida inteira nodossel florestal , outras raramente deixam o chão. Algumas espécies apresentam um hábito marcadamente aquático, enquanto outras são altamente especializadas para o ambiente desértico. Muitas são em certa medida onívoras, assim como outras têm uma dieta bem específica, comendo, por exemplo, algumas espécies de fungos ouinvertebrados.

No entanto, todos compartilham uma característica: uma dentição altamente especializada para roer. Todos os roedores possuem um par de incisivos na arcada dentária superior e inferior seguidos por um espaço, o diastema, e por um ou mais molares e pré-molares. Nenhum roedor possui mais de quatro incisivos e nenhum roedor possui caninos. Seus incisivos não têm raiz e crescem continuamente. As superfícies anterior e laterais são cobertas de esmalte, enquanto a posterior tem a dentina exposta. No ato de roer, os incisivos se atritam, desgastando a dentina, o que mantém os dentes bastante afiados. Esse sistema de “afiamento” é muito eficiente e é uma das chaves do enorme sucesso dos roedores.

 

Os roedores são mamíferos com dentes incisivos compridos e pontiagudos, que usam para roer. Mais da metade dos mamíferos da Terra é constituída por roedores. Eles existem em todas as partes do mundo.Ratos, camundongos, esquilos, tâmias, gerbos, hamsters, castores, lemingues, porquinhos-da-índia e porcos-espinhos são roedores.

Esses animais são quase sempre pequenos. Alguns camundongos e arganazes têm apenas 8 centímetros e pesam 20 gramas. O maior roedor é, de longe, acapivara, da América do Sul, que chega a ter 1,30 metro e a pesar mais de 45 quilos.

Os roedores são diferentes dos outros mamíferos porque seus dentes incisivos centrais superiores e inferiores nunca param de crescer durante toda a sua vida. Os roedores passam a maior parte do tempo roendo, ou mordiscando, objetos duros para desgastar esses incisivos. Se eles ficam grandes demais, o animal não consegue comer, e existe até o risco de que os dentes cresçam para trás e o matem, porque podem até penetrar no cérebro.

Alguns roedores tornam-se nocivos porque arruínam as culturas e devoram os grãos armazenados. Roendo sem parar, eles estragam tábuas das casas e dos celeiros ou até fios metálicos de telefone. Alguns roedores transmitem doenças que podem infectar as pessoas.

Mas há também roedores que são úteis. As pessoas usam a pele das nútrias e das chinchilas para fazer roupas, por exemplo. Criam hamsters, porquinhos-da-índia e gerbos como animais de estimação. Os camundongos, os ratos e outros roedores são usados na pesquisa científica, e descobertas benéficas para os seres humanos dependeram da participação deles.

 

 

 

 

Os ratos pertencem ao grupo de mamíferos chamados roedores. Eles vivem por todo o mundo, tanto na natureza quanto próximos do ser humano. Em geral não são vistos porque se escondem em pequenos espaços.

Os ratos se parecem com os camundongos, mas são maiores. Um rato costuma ter de 18 a 25 centímetros de comprimento, sem contar a cauda. A pelagem pode ser cinza, branca, preta ou marrom. Os ratos têm dentes afiados, que usam para defender-se de pássaros, cobras e outros inimigos.

Os ratos são animais noturnos. Na natureza, comem folhas, galhos, sementes e raízes. Alguns comem pequenos animais. Os ratos que vivem perto das pessoas comem de tudo o que elas comem e ainda roem todo tipo de objeto, como paredes e fios de telefone.

Os ratos se reproduzem com rapidez. Com poucos meses de vida, a fêmea já está pronta para se reproduzir e pode dar à luz 150 filhotes a cada ano.

 

Muitas pessoas consideram os ratos uma praga. Com seu grande apetite, eles podem destruir colheitas e estoques de grãos. Podem também transmitir doenças, como apeste bubônica. Mas os ratos podem ser úteis, como quando são usados por pesquisadores em experimentos médicos. Algumas pessoas os criam como animais de estimação.

 

 

Dentição dos roedores

Roedores são importantes em muitos ecossistemas porque se reproduzem rapidamente, servindo de alimento para predadores, são dispersores de sementes e vetores de doenças. Humanos usam roedores para testes laboratoriais, na alimentação e para obtenção de sua pele.

Pesquisas recentes sugerem que os roedores podem ser biologicamente polifiléticos ou seja, teriam evoluídos mais de uma vez, neste caso este grupo teria que ser redividido.

Grupos comumente confundidos com roedores e erroneamente inclusos entre eles:Chiroptera (morcegos), Insectivora (ouriços, toupeiras), Lagomorpha (coelhos, lebres),Scandentia (tupaias) e Carnivora (Visons).

No grandioso grupo de roedores também estão: Ratos, Esquilos, Castores, Cutias e as Pacas.

 

Índice  [esconder] 

 

História Natural[editar | editar código-fonte]

O registro fóssil dos roedores começou há cerca de 65 milhões de anos, com a extinção dos dinossauros. Os primeiros roedores lembravam esquilos, a partir deles se diversificaram. Sua origem foi na Laurásia, supercontinente que incluía a Ásia, Europa eAmérica do Norte. Algumas espécies colonizaram a África, originando os primeiros Hystrichognathi. De lá, alcançaram a América do Sul, que se encontrava isolada durante o Oligoceno e Mioceno. No Mioceno, África e Ásia colidiram, o que permitiu que roedores como o porco-espinho adentrassem a Eurásia. Durante o Plioceno, fósseis de roedores apareceram na Austrália. Apesar de os marsupiais serem os primeiros residentes da Austrália, os roedores dominam sua fauna, correspondendo a cerca de 25% dos mamíferos do continente. Enquanto isso, as Américas colidiram e, com o estabelecimento do istmo do Panamá, camundongos colonizaram o sul e porcos-espinho, o Norte.

Características dos Roedores[editar | editar código-fonte]

Estes mamíferos possuem dois pares de dentes incisivos (dentes da frente) bem desenvolvidos. Um par situa-se no maxilar superior e o outro no maxilar inferior. Estes pares de dentes crescem continuamente, pois são desgastados à medida que o animal vai roendo as cascas dos ramos das plantas. Os roedores não possuem dentes caninos (presas), mas têm molares para a trituração do alimento. Como exemplos, temos o rato, o camundongo, a capivara (o maior roedor do mundo), o esquilo, a marmota e o castor. Estes animais servem de alimento para muitas aves, répteis e mamíferos carnívoros.

Classificação[editar | editar código-fonte]

 

 

Distribuição dos roedores atuais e recentemente extintos pelas famílias – baseado em Wilson e Reeder (2005)

Subordem Myomorpha

Referências[editar | editar código-fonte]

  • CARLETON, M. D., MUSSER, G. G. (2005). Order Rodentia in Wilson, D. E., Reeder, D. M. (eds). Mammal Species of the World a Taxonomic and Geographic Reference. 3ª edição. Johns Hopkins University Press, Baltimore, vol. 2, pp. 745–752.
  • Ciências-Os Serres Vivos. Editora Ática. Autor:Carlos Barros e Wilson Paulino.
  • MYERS, P. (2000). “Rodentia” (On-line). Animal Diversity Web. Acessado em 15 de março de 2008. (em inglês)

 

 

 

Os roedores são mamíferos de hábitos noturnos, se alimentam de todos os tipos de alimentos e constroem seus ninhos em locais onde podem encontrar alimentos, água e abrigo. Utilizam o tato, audição e olfato para obtenção de alimentos e sua visão não é muito desenvolvida. Podem nadar, subir em locais altos, saltar e equilibrarem-se em fios e cabos. Além disso, conseguem bloquear a sua respiração por cerca de 3 minutos, permitindo a natação dentro de canos e esgotos.

Conhecemos três espécies de roedores que convivem com o homem nos centros urbanos: camundongos, ratazanas e ratos de telhado. De uma forma geral, estes roedores atingem a maturidade sexual a partir do terceiro mês de vida e cada fêmea pode ter uma média de 4 a 6 ninhadas ao ano, com 6 a 10 filhotes por ninhada. Em média, um rato adulto pode viver de 1 a 3 anos, desta forma temos em um ano, um casal produzindo cerca de 800 descendentes e no segundo ano este casal já poderá produzir 1 milhão de descendentes. Um único casal!

Os ratos representam um grave problema para a saúde, pois podem transmitir cerca de 200 doenças, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A transmissão se dá principalmente pela contaminação de alimentos e, no caso de doenças como a leptospirose, devido ao contato com a urina dos roedores.

Por isso, devemos utilizar de várias maneiras para afastar estes animais das nossas casas, como: manter lixos e dejetos em locais fechados, não deixar ração de animais domésticos exposta, fechar vãos, bueiros e locais de entrada destes roedores, avaliar o entorno com córregos e terrenos baldios, além de utilizar de iscas para seu controle.

 

Curiosidade: a mortalidade do roedor de 7 a 10 dias é um fator de diferenciação do produto, pois quando outros roedores percebem a mortalidade rápida de um membro da colônia, eles impedem que outro roedor se alimente dessa mesma fonte. Assim, um produto que demora mais tempo para causar a mortalidade é

mais efetivo para o controle da colônia como um todo, pois confunde o comportamento dos roedores, não associando a mortalidade à fonte de alimento.

 

 

 

 

 

 

Os ratos-do-mato são pequenos mamíferos que pertencem à família dos roedores. Eles são parecidos com os camundongos.

Existem mais de cem espécies de ratos-do-mato. Eles são encontrados na América do Norte, na Europa e na Ásia. Um pequeno número desse animais vive na Líbia, um país africano. Eles podem ser encontrados em muitos habitats, como florestas, pradarias e campinas.

Os ratos-do-mato têm orelhas e olhos pequenos. O focinho é mais arredondado que pontudo, e a cauda é mais curta do que o corpo. A pelagem é longa, macia e normalmente cinza, marrom ou avermelhada.

Em geral, os ratos-do-mato medem de 10 a 26 centímetros de comprimento, incluindo a cauda. A menor espécie pesa menos de 35 gramas e mede menos de 13 centímetros. Uma das maiores espécies de rato-do-mato pesa cerca de 250 gramas e mede 35 centímetros de comprimento.

Os ratos-do-mato são ativos durante o ano todo. Eles comem plantas e, às vezes,insetos. A maioria vive em tocas ou em túneis, mas algumas espécies moram em árvores. Outras, ainda, vivem perto de lagos ou regatos e são excelentes nadadoras.

 

O rato-almiscarado é um roedor que parece um pequeno castor. Os ratos-almiscarados constroem suas casas perto de lagos, rios e marismas. O nome científico do rato-almiscarado é Ondatra zibethicus.

Nativos da América do Norte, os ratos-almiscarados foram levados para o norte da Europa e para a Ásia no início do século XX. Logo eles se adaptaram a essas regiões.

A pelagem do rato-almiscarado é densa e quente, de cor castanho-avermelhada. Esses animais medem cerca de 33 centímetros de comprimento e possuem membranas nas patas que os auxiliam a nadar. Eles receberam esse nome porque exalam um forte odor de almíscar.

A alimentação dos ratos-almiscarados consiste de plantas aquáticas. Eles costumam ser mais ativos no final da tarde e à noite.

Os ratos-almiscarados vivem em grupos familiares. Sua casa pode ser uma toca ou um buraco na margem de um rio. Eles também vivem em bancos formados por lodo e plantas, em águas rasas. A fêmea do rato-almiscarado pode dar à luz várias ninhadas em um ano. A cada ninhada nascem de um a onze filhotes. Os filhotes nascem cegos, mas depois de um mês já são capazes de se cuidar sozinhos. O rato-almiscarado em geral vive por três anos em seu ambiente.

Em algumas regiões, o rato-almiscarado serve de alimento. Ele também é caçado por sua pele. Esse animal pode tornar-se uma praga quando abre buracos em diques, represas e outras estruturas.

 

 

22) Rato (Roedores em geral, camundongos)

Livre de Ratos!

Você sabia que pode ficar livre de rato? em humanos, aves/pombos, animais. (infestação nas escolas, verão)

 

O que é o rato?

 

Benefícios para o ser humano?

 

Malefícios para o ser humano?

 

Prejuízo?

 

De onde vem o rato?

 

Como o rato se multiplica/reproduz?

 

Onde mora o rato?

 

Qual tipo de doença o rato transmite?

 

Posso evitar rato?

 

Como?

 

Você sabia que?

 

Rato ambientalmente correto?

Rato serve para alguma coisa?

Alguém come rato?

Você acredita que este bicho é?

 

Rato nas artes (teledramaturgia, cinema, teatro…)

Vida de Inseto, Bug’s Life, Dona Baratinha, Histórias da Dona Carochinha, Zezé Macedo no Sítio do Picapau Amarelo

signo/ano do rato na China, antigo egito, mitologia, música, inconsciente coletivo, significado da peste/de maldição/na Bíblia

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ratos no Cinema

 

Ataque das Bonecas 1958 Attack of the Puppet People

 

https://www.youtube.com/watch?v=zderyk3azuY

 

 

Bottom Feeder (2007)

1h 26min | Horror | 3 April 2007 (USA)

 

A group of utility workers are trapped in a series of tunnels which, unfortunately, contain a scientist mutated by his own creation. The creature feeds instantly on a rat, becoming what it has eaten.

Director: Randy Daudlin

Writer: Randy Daudlin

Stars: Tom Sizemore, Wendy Anderson, Richard Fitzpatrick |See full cast & crew »

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Title: Bottom Feeder (2007)

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Bottom Feeder (2007)

1h 26min | Horror | 3 April 2007 (USA)

 

A group of utility workers are trapped in a series of tunnels which, unfortunately, contain a scientist mutated by his own creation. The creature feeds instantly on a rat, becoming what it has eaten.

Director: Randy Daudlin

Writer: Randy Daudlin

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Bibliografia:

https://escola.britannica.com.br/levels/fundamental/article/roedor/482386

www.wikipedia

Traça


LIVRE DE TRAÇAS!

 

 

A traça é a larva da borboleta (Lepidópteros) que, segundo a espécie, se desenvolve em ambientes variados, trazendo danos à várias coisas: trajes, tapetes, cereais, árvores frutíferas.

 As traças fazem parte dos insetos domésticos. São pequenas borboletas de asas sutis que fazem breves vôos. As traças no estado de borboleta que vemos voarem em nossas cozinhas, armários, despensas, depósitos em geral, não constituem o maior problema de infestação, pois tratam-se de traças fêmeas que já depositaram seus ovos, ou de traças machos que já concluíram seu ciclo de reprodução. Porém, certamente outros machos e outras fêmeas escondidos permanecerão se reproduzindo caso não haja intervenção.

 

 

 

 

Os verdadeiros responsáveis pela infestação das traças são as larvas dotadas de um aparato mastigador com mandíbulas muito desenvolvidas com as quais provocam danos grandes nas nossas casas, armazéns e estabelecimentos.

 

 

 

 

 

Tratando-se de Lepidópteros, ou seja insetos que voam, a infestação da traça pode chegar do externo em nossas casas e nos depósitos e armazéns, mas também através de material, seja alimentar que tecido animal, já infestado.

Portanto, ao prevenir uma infestação de traças o primeiro intervento útil consiste em um atencioso controle de peças de roupas ou outro material que entra no ambiente em qual vivemos.